Fuerza Aérea Argentina

La Aviación militar en Latinoamérica. Organización, pilotos y aviones de guerra. La industria aeronáutica.
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2_demaio
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Mensaje por 2_demaio »

Probabilidade baixíssima ou praticamente nula em relação a se tornar usuária do Gripen.


No campo das probabilidades não concretas, não é o caso da moeda quando cair em pé, posivelmente em tendo ofertas mais vantajosas e baratas talvez em 2020...2022 o Gripen E não se torne uma opção concreta.

Questões financeiras: que banco privado ou público vai financiar uma compra dessa monta a um país conhecido por seus arroubos retóricos e não cumprimento de contratos?? não cumprem contrato se quer com o Brasil, seu suposto "sócio estratégico", basta ver o que promovem no Mercosul em prejuízo dos demais países do bloco e em especial as empresas brasileiras.


O comércio Brasil - Argentina é muito significativo hoje, seria um negócio muito interesante para a Embraer a venda do gripen E, quando disponível.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_da_Argentina

Embraer não cumpre ordens do governo brasileiro, Embraer é uma empresa privada que deve satisfação a seus acionistas e é gerida por um conselho responsável, jamais iria entrar em um negócio de risco e que possa lhe prejudicar.


justamente por isso, não tem influência política direta, toda venda posível é um negócio, e negócios financiados tem avalistas.

Por fim a Suécia, um país que vive sendo acossado pela Rússia, não faz parte da OTAN mas sabe que precisa da ajuda dos países do Bloco, Inglaterra é um dos principais países da OTAN, não ficaria bem se indispor com alguém assim, lembre-se que o Gripen é um avião sueco.


Solamente opinones se tiene que ser mas fundamentado. Suécia no tiene el acoso de Rusia, sus relaciones internacionales son un ejemplo para otros paises, lo que vale sobre el Gripen NG és el contrato firmado entre Saab y Embraer.

Carta de intenções "firmada" meia hora antes do lançamento do KC-390 em Gavião Peixoto, puro fanfarronismo de Rossi e que contou com a alegre colaboração de Celso Amorim, um diplomata de carreira que conhece bem os argentinos, deu curso ao teatro.


Outra opinião somente. Não chamaria as ações de Celso amorim de teatro e sim de política, é um político.

A cifra entre 12 a 20 FC-1 é o que corre nos sites especializados do setor, não menos de 12, mas um máximo de 20 ou 24 aviões.


Si és lo que se le por ai, pero mas allá de 2020 siempre podrian decidirse por una docena o mas de Gripen E. No és una intención ?

Ninguém é contra a FAA operar o Gripen, duvido que alguém seja, o problema é que qualquer um percebe que isso nunca esteve no radar, surgiu como que por encanto e os obstáculos são imensos.


De acuerdo que podrian existir dificultades asi como la compra de todo caza incluso del FC-1 (como podria ser el block ii).

Por fim, quem vai pagar as modificações de um Gripen "ad hoc" para os argentinos? a Embraer? a SAAB? a FAB?? a Inglaterra incentivou a venda do Gripen ao Brasil justamente por ter componentes ingleses, sem contar com o motor, ainda que seja americano, basta um pedido de Cameron no Facebook de B.O. (el perro de Obama) para que os EUA vetem esse motor nesta versão do avião.


Mais além de 2020 quem poderia adivinhar o que pode ocorrer ?

Não tenho bola de cristal, sou apenas medianamente sensato.


Solamente me parece que estas haciendo prognosticos para al menos cinco o siete años adelante, el Gripen de Embraer para venta a otro pais tardara años.

Saludos


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2_demaio
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Mensaje por 2_demaio »

En resumen, esta "alianza estratégica" impide cualquier venta de equipo militar oriundos de Brasil o otros países a Argentina. No creo que China permita.


"Alianza estrategica' (si existiera) no proibe la compra de equipos militares de otros paises, Brasil tiene 'alianza estrategica' con Francia y no por esto dejo de comprar equipos en Gran Bretaña, Suecia o Rusia.

La primera víctima fue el blindado Guarany, que perdió a sus ventas a lo Norinco VN-1.


Las empresas de Brasil siempre han tenido interés en ventas, pero nunca se ha sabido del interés del Ejercito argentino por el Guarani. Donde existe esta oferta o propuesta para Argentina ? No se ha perdido nada en la venta del Guarani, por ahora ya tienen bastante trabajo en las ventas al ejercito de Brasil que mal han empezado con los primeros 100.

En riesgo es también la venta del KC-390, ya que China tiene un avión similar en esta categoría, el Shaanxi Y-8


Que sea de conocimiento el riesgo de la venta del KC-390 existe por ahora solamente con Portugal. El Shaanxi Y-8 juega en otra categoria, pero podria ser del interés de eventuales otros clientes.

Saludos.


OliverBR
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Mensaje por OliverBR »

Difícil entender o procedimento argentino patrício, ainda mais essas negociações repentinas no apagar das luzes do governo CFK...

Abraço.


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2_demaio
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Mensaje por 2_demaio »

Todos os países agem de acordo com os seus interesses comerciais, econômicos, políticos e estratégicos, Brasil inclusive.


E também as empresas.

A parceria Argentina e China, está dentro deste conceito.


Certamente.

A Rússia já ofereceu mais de uma vez ao Brasil a participação na construção através da Embraer de seu caça de quinta geração, o T-50, nunca houve por parte do Brasil nem uma negação, tão pouco uma aceitação formal.


Com relação à Embraer, tenha em conta que para construir um caça, deve existir perspectiva de mercado.
Com relação à FAB, deve-se recordar que o edital para a aquisição de um caça solicitava que o mesmo tivesse ação pratica comprovada, ou seja, a SAAB ofereceu o Gripen existente com melhorias e modificações de extrutura, sistemas e armamento que seria a versão NG agora denominada Gripen E, adicionando ao fato que os aviões construidos pela Embraer utilizam componentes fabricados no ocidente, seria uma virada total nos conhecimentos adquiridos durante anos o que exigiria um esforço e uma despesa maior, todavia não ocorreu uma negação à oferta por parte da Embraer porque num futuro sempre poderia ser aceita uma nova parceria.

O vice presidente russo veio ao Brasil e ofereceu construir uma fábrica de aviões em parceira com a Embraer, aviões de grande porte e militares, se quer foi recebido pela Embraer, saiu esbravejando e disse que: "A Embraer é uma empresa americana".


A Embraer não é uma empresa norte Americana, é sem dúvida uma empresa que tem utilizado componentes ocidentais para construir seus aviões o que define uma linha de atuação e conhecimento na importação de sistemas e peças especiais que não são fabricadas no Brasil, mudar esse cenário e trabalhar com dois não é muito fácil. Por exemplo, a China tem seu cenário aeronautico voltado para sistemas e peças da Russia.

O que eu quero dizer com isso? que o Brasil tem seus interesses, mas assim como todos os países, eu diria, ocidentais, temos que saber até onde vão esses interesses. Não sei se você me entendeu.


Entendi sim, segundo sua opinião deveria existir um equilibrio maior de forma a não existir completa e total dependencia, acredito que no caso da Argentina abrir um leque maior nos seus fornecedores de armamento lhe dara este equilibrio, entretanto não sera fácil frente a algumas dificuldades que podem surgir com relação a novos fornecedores.

Quanto ao Guarany, oficiais argentinos estavam junto ao comando do Exército Brasileiro e com o então ministro Celso Amorim no dia da apresentação do blindado no Rio de Janeiro, fez disparos de MAG e do seu canhão de 30 mm, em alvos parados e em movimento, havia o interesse argentino em comprar esse veículo, até que, bem, até que apareceu a China e ofereceu o seu VN-1, com oferta de financiamento e outras vantagens, então o Guarany virou um ocaso.


Nunca existiu um interesse real argentino pelo Guarani apenas foram observar, mesmo porque a Argentina queria fazer o seu blindado, que pelo visto não teve o devido apoio politico- financeiro interno.

O mesmo pode ocorrer com o KC-390, pois este avião que eu citei, tem as mesmas capacidades do 390, um pouco inferior, coisa de 18 a 19 Toneladas, creio, mas é basicamente do mesmo padrão.


Patricio, o avião chines é turbo hélice e joga em outro nivel tem menos capacidade, menor velocidade, etc, o que poderia decidir uma escolha entre um e outro seria grande diferença de preço, prazo de entrega, fornecimento de peças, extrutura e suporte de manutenção.

E ainda tem a questão do veto informal por parte da Inglaterra, tanto em relação ao Brasil como da Suécia.


Não entendi... o que existe são pressões politicas tentando evitar fornecimento de certos armamentos, nada mais.

Como eu disse, a Embraer age conforme seus interesses, e uma possível retaliação, ainda que de forma velada seria a última coisa que a empresa poderia desejar.


Não existe retaliação, o que pode existir são impecilios para importar certas peças vitais quando os equipamento se destinam a um pais que tem pressões politicas para que não se vendam certos armamentos, todavia essas colocações são simplesmente conjecturas.

O Brasil é um país de terceiro mundo, tem que saber se equilibrar entre os gigantes e seus interesses.


Sempre se equilibrou, deve-se distinguir entre empresas e paises.

O que mais me incomoda, é que na verdade essa coisa de Gripen NG para a Argentina surgiu como que por encanto, de um dia para o outro ficamos sabendo até mesmo que os argentinos agiam em perfeita sintonia com os brasileiros, diga-se, a FAB para a escolha do avião do FX2 (mais de 10 anos), era como se o Brasil fosse escolher um avião que fosse também de interesse da Argentina, hoje também sabemos que a FAA pode operar uma gama de aviões de combate, incluindo o FC-1, o J10 e o Gripen, até mesmo em sua versão naval que tão pouco existe o projeto.


Quem escolheu o avião foi a FAB, nem o governo brasileiro na figura do então presidente Lula escolheu, alias diga-se de passagem que o Rafale do Lula era um exelente caça, porém muito caro e dispendioso para o orçamento da FAB.

Saludos


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reytuerto
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Mensaje por reytuerto »

Estimados foristas lusoparlantes:
Por favor, en la lengua de Cervantes o en portuñol. Y no es que no me guste la de Camoes, eh :guino: ! Saludos cordiales.


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olisipo
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Mensaje por olisipo »

reytuerto escribió:Estimados foristas lusoparlantes:
Por favor, en la lengua de Cervantes o en portuñol. Y no es que no me guste la de Camoes, eh! Saludos cordiales.


Si me lo permite, y conste que soy español, "espantosos os conhecimentos dos senhores na matéria". Es decir, me asombra lo que saben los estimados foristas lusoparlantes. Estoy disfrutando con sus mensajes.

Y volviendo al tema del foro, acabo de ver en otra página de defensa que Argentina está negociando la compra a la Guardia Costera de EE.UU. (US Coast Guard) la compra de dos Aviocar de fabricación española C-212 de segunda mano . Y luego siguen hablando...

En fin...


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Mensaje por ñugares »

olisipo escribió: la compra de dos Aviocar de fabricación española C-212 de segunda mano


vendrán a sustituir a los 3 G-222, de origen italiano que no vuelan desde hace unos 10 años :pena: , después se hablo que Argentina estaba mirando la posibilidad de adquirir diez bimotores C-212-100, un lote que había sido dado de baja en el ejército del aire español , pero en España creo que nunca mandaron solicitud alguna .

un saludo .


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Mensaje por 2_demaio »

Estimados foristas lusoparlantes:
Por favor, en la lengua de Cervantes o en portuñol. Y no es que no me guste la de Camoes, eh :guino: ! Saludos cordiales.


Mil disculpas reytuerto, es que me parecio que Ozires lo entenderia mejor.

Saludos cordiales


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reytuerto
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Mensaje por reytuerto »

Estimado 2demaio:

Estoy seguro que Ozires lo entendio mejor... pero yo lo entendi peor! :razz: Saludos cordiales.


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Islander
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Mensaje por Islander »

Decir que Argentina en un futuro se pueda permitir un Gripen NG, es ser poco realista, no hace falta ser adivino para decir que Argentina nunca va a comprar un Gripen, una porque no tiene plata y otra, porque los suecos no se lo van a vender.


OliverBR
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Mensaje por OliverBR »

Hola patrício, me gustaria opinar brevemente en el asunto (creo que ya está un poco OT en relación al hilo).

La posición de Brasil en el mundo, aqui nos consideramos ocidentales, aunque sabemos que a los ojos de los proprios ocidentales no es tan claro así y compreendo pues que resulta que en las últimas décadas estamos bajo gobiernos de matriz socialista, que aun no sean tan radicales como otros del proprio barrio, han promovido cierto aciercamento de paises como los BRICS o el Mercosur.

Esta aproximación tiene un tanto de ideológica, pero el tono es económico mismo, en especial con China que pasó a ser una grande compradora de nuestras commodities, pero no significa un movimento excludente al ocidente, basta ver las inversiones ocidentales en el pais o el hecho que las compras de equipos de defensa son majoritariamente de esta origen, a excession que me recuerde de los Mi-35 (que fue contrapartida a exportaciones para Rusia) y los Igla.

Cuanto a la política externa brasilera ela tien como guiado tradicional las posiciones de independencia y contemporización, lo que ha creado ultimamente ciertos atritos debido a la relativa 'radicalización' de la politica ocidental pos-11set2001 que ha llevado a intervenciones militares diretas bajo la batuta de guerra al terror.

En relación a Argentina lo que vien ocurriendo es que el balance comercial con el pais ha sido francamente favorable a Brasil y con la crisis cuasi permanente en Argentina ela está buscando ampliar sus relaciones con paises con que tiene balances más favorables y China se encontra en esta posicion.

sds.


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Mensaje por 2_demaio »

Considero que se tienen dos cenários diferentes, uno és el factor cultural y otro el factor negocio/comercio, una cosa no tiene nada que ver con la otra, sea en el pais que sea. Por acaso la cultura tan particular de China tuvo influencia de la cultura rusa (que por señal és muy diversificada conforme la región).
Que Argentina se vuelva al mercado asiático, en particular el chino, és solamente por negocio/comercio que envuelve una serie de negociaciones e intereses incluso estrategicos como montar localmente partes o todos. La compra de equipos militares de una empresa no és un impeditivo para que compren mañana equipos semejantes de otra empresa o pais, esto vale para patrulheros, blindados, cazas o lo que sea.

Saludos


olisipo
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Mensaje por olisipo »

Volviendo al tema del foro que no es tanto la relación entre Argentina y Brasil como "La Fuerza Aérea Argentina", sugiero este artículo publicado hoy en "La Nación" de Buenos Aires, declaradamente crítico con el actual Gobierno.

En él se analiza el precario estado de las Fuerzas Armadas argentinas en general, incluida la Fuerza Aérea, y se recoge el intento de compra de nuevos aviones.

http://www.lanacion.com.ar/1778891-la-a ... chipielago


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Mensaje por 2_demaio »

Lo que seria natural, porque el KC-390 ya esta en pruebas y los Gripen E, solamente para mas allá de 2020 :cool:
Todavia carta de intenciones de compra no significan conpromiso de compra, generalmente las utiliza Embraer para estudios de mercado con relación a perspectivas de produción.


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Mensaje por Islander »

No estoy tan seguro que Argentina vaya a pagar 50 millones $ por avión que va a costar los KC-390. También iba a construir tropecientos POM, a 50 kilos por barba y terminaron por cancelar el proyecto.


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