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Otros temas latinoamericanos, militares y civiles, no incluídos en los demás foros.
And...
Coronel
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Mensaje por And... »

calú escribió:And..

La nueva presidente parece ser más realista en términos de política exterior ... lo que esperamos.



Da água para o vinho
Editorial - O Estado de S.Paulo
24 de fevereiro de 2011

Os assessores da presidente Dilma Rousseff repetem a toda hora que a diferença entre ela e o antecessor Luiz Inácio Lula da Silva é de estilo, não de substância. Pelo menos numa área crucial para um país como o Brasil - a política externa - o que se acaba de ver é outra coisa: uma mudança substancial, da água para o vinho. Inicialmente, os desconfiados podiam atribuir ao feminismo e à condição de ex-presa política da ainda presidente eleita a sua crítica aberta à recusa brasileira, no ocaso da era Lula, de condenar o Irã na ONU por graves violações de direitos humanos, notadamente no episódio da viúva Sakineh Ashtiani, condenada ao apedrejamento por suposto adultério e cumplicidade na morte do marido. A menos de um mês da posse, numa entrevista ao Washington Post, Dilma assegurou que a sua posição não iria mudar quando estivesse na cadeira presidencial. A promessa acaba de passar por seu primeiro teste.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas, sob a presidência da brasileira Maria Luiza Ribeiro Viotti, condenou anteontem por unanimidade o regime do coronel Muamar Kadafi pela selvagem repressão contra a população líbia, na tentativa de dar fim às manifestações pela sua derrubada do poder em que se instalou há 41 anos. O colegiado também exigiu uma solução negociada para a crise no país. O Brasil foi um dos patrocinadores do texto aprovado. Mais do que isso, sustentou a iniciativa da Grã-Bretanha, em nome da União Europeia, para que o Conselho de Direitos Humanos da ONU, em reunião extraordinária afinal marcada para amanhã, em Genebra, abra uma investigação sobre as atrocidades perpetradas pela tirania líbia. Previsivelmente, trabalharam contra a proposta - e a mera convocação do Conselho - os países árabes (exceto a Jordânia), africanos, Cuba e Venezuela.

Para ficar na última exibição de opróbrio da diplomacia lulista, em novembro último, ao se abster de condenar o Irã, o Brasil se alinhou com esses mesmos regimes, além da própria Líbia. Com Kadafi, o brasileiro tinha cevado relações quase tão próximas quanto as que mantém com os irmãos Castro e o caudilho Hugo Chávez. Em dezembro de 2003, quando ainda não havia completado um ano no Planalto, Lula teve em Trípoli o primeiro de seus quatro encontros com o tirano homicida. Numa tenda estritamente vigiada por soldados armados com metralhadoras, Lula afirmou que jamais esqueceu "os amigos que eram meus amigos quando eu ainda não era presidente". Não se tratava de negócios; era mesmo pessoal. Não admira que, de volta à Líbia, passados 6 anos e mais um encontro, daquela vez na Nigéria, Lula o saudasse como "amigo e irmão". Tampouco admira que, na boataria sobre a fuga de Kadafi, o Brasil tenha sido citado como um dos seus possíveis destinos, depois da Venezuela.

Pode-se apostar 1 milhão contra 1 tostão, portanto, que, se a tempestade de areia que varre o mundo árabe e engolfou a Líbia tivesse estalado quando Lula se tostava ao sol de sua popularidade e Dilma presidente ainda era uma miragem, o então chanceler Celso Amorim aceitaria de bom grado a instrução do chefe para minimizar a matança ordenada pelo "amigo e irmão". E o Brasil estaria na companhia de sempre ao lado dos opressores. Como a história não se escreve como Lula provavelmente teria apreciado, no seu lugar está uma defensora sem meios termos dos direitos humanos, e no lugar de Amorim está um chanceler, Antonio Patriota, que não poderia ter sido mais firme ao exprimir publicamente, mais de uma vez, o repúdio cabal do Planalto às atrocidades na Líbia.

Na terça-feira, enquanto a delegação do Brasil fazia a coisa certa na sede das Nações Unidas em Nova York, em Brasília, numa entrevista ao lado da colega francesa Michèle Alliot-Marie, o chefe da diplomacia brasileira usava as palavras certas - "inadmissível, inaceitável" - para qualificar a violência hidrofóbica de Kadafi contra manifestantes desarmados. O ensandecido Kadafi está submetendo o seu povo a sofrimentos sem paralelo nos 87 anos de vida independente da Líbia. Mas isso deu objetivamente à presidente Dilma a oportunidade de romper com uma política externa que só serviu para envergonhar o País na comunidade das nações democráticas.

Fonte: Estadão


Estimado este es un foro de idioma español, deberías traducir el texto o en su defecto poner el titulo de la nota y el link.

Saludos cordiales.


"Los tiranos no pueden acercarse a los muros invencibles de Colombia sin expiar con su impura sangre la audacia de sus delirios."...Simón Bolívar
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Andrés Eduardo González
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Mensaje por Andrés Eduardo González »

:cool: :cool: Nunca me ha quedado claro si en FMG es obligatorio escribir todo en español. Lo digo porque en el tiempo que llevo, he visto post en varios idiomas y hasta ahora, creo, usted es el primero en quejarse por eso. He visto mensajes en inglés, alemán, francés y portugués; afortundamente para eso están los traductores en la internet: copie, pegue y lea... :noda: :noda:


"En momentos de crisis, el pueblo clama a Dios y pide ayuda al soldado. En tiempos de paz, Dios es olvidado y el soldado despreciado».
calú
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Mensaje por calú »

y cuál es el problema de estar en otro idioma, me avergüenzo de decir "tu me compreende, pero no entiendo tu".

entender otro idioma amplía nuestra visión del mundo

salud
:D


calú
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Mensaje por calú »

Hillary cumprimenta 'liderança internacional' do Brasil

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, enfatizou a crescente "liderança internacional" do Brasil, depois de uma reunião em Washington com o chanceler Antonio Patriota, para preparar a futura viagem do presidente Barack Obama ao país.

"Admiramos muito a crescente liderança mundial do Brasil", disse Hillary a jornalistas, depois de receber Patriota no Departamento de Estado.

"Acreditamos que há muitas áreas nas quais o Brasil demonstrará sua liderança e queremos dar nosso apoio a esses esforços", completou.

Obama iniciará sua primeira viagem à America do Sul e Central em 19 de março em Brasília, onde se reunirá com a presidente Dilma Rousseff, e um dia depois visitará o Rio de Janeiro, antes de seguir viagem para Chile e El Salvador.

Hillary falou das iniciativas para o desenvolvimento do Brasil, que detém atualmente a presidência rotativa do Conselho de Segurança da ONU, mas a chefe da diplomacia americana não deu seu apoio às aspirações brasileiras de obter um assento fixo nesse organismo.

"Esperamos ter um diálogo construtivo com o Brasil sobre esse tema durante a viagem de Obama e no futuro", limitou-se a dizer Hillary.

"Queremos ver os Estados Unidos fazerem parte de uma profunda reforma do Conselho de Segurança", disse Patriota.

Washington quer que a viagem de Obama sirva para "explorar vias adicionais" para impulsionar a "robusta relação" bilateral, com uma agenda que inclui desde temas globais como direitos humanos e segurança alimentar, até energia, comércio, luta contra a pobreza e igualdade de gênero.

"O Brasil dá muito ao desenvolvimento do mundo. Muitas vezes cito o país como exemplo", disse Hillary.

Hillary e Patriota abordaram o tema das manifestações a favor da democracia no mundo árabe, assim como o programa nuclear
iraniano, que no passado causou divergências entre ambos os países.

As manifestações nos países árabes "podem apenas provocar solidariedade por parte dos brasileiros", disse Patriota, que, no entanto, reiterou a preocupação de seu país com o "uso da força contra manifestantes desarmados" na Líbia.

Hillary minimizou qualquer divergência com o Brasil em relação ao Irã: "todos estamos buscando formas de influenciar o comportamento do regime iraniano".

Brasília busca "reduzir a desconfiança entre Irã e outros países", disse Patriota, que afirmou que Washington "entende" a posição de seu país.

Cita: http://www.em.com.br/app/noticia/intern ... asil.shtml


calú
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Mensaje por calú »

WikiLeaks: Lula saudou eleição no Peru em 2006 como revés para Chávez


Um documento vazado pelo WikiLeaks revelou que em 2006 o então presidente brasileiro, Luiz Inacio Lula da Silva, saudou a eleição, no Peru, do presidente Alan García, e considerou este fato uma derrota política para o presidente da Venezuela, Hugo Chávez.

No documento, divulgado pelo WikiLeaks, o então embaixador americano em Lima, James Curtis Struble, refere-se a uma reunião entre Lula e Garcia, que pouco antes havia derrotado no segundo turno Ollanta Humala, um ex-comandante do Exército, líder do Partido Nacionalista (esquerda).

O encontro teria sido presenciado por Pablo Portugal, funcionário da chancelaria peruana, que enviou correspondência a Washington.

Segundo o diplomata peruano, Lula estimou na ocasião que o triunfo de García constituiu "um revés necessário para o presidente Chávez", trazendo a necessidade de "restaurar o equilíbrio regional" perante a influência do governante venezuelano.

Por isso Lula felicitou o eleito García por sua vitória, afirmando que ambos são "velhos amigos" que compartilham "a mesma visão sobre a política de integração econômica, social e regional", segundo as declarações de Portugal divulgadas na correspondência americana.

Histórico

Nas eleições peruanas de 2006, Chávez apoiou abertamente o candidato Humala e este respaldo foi qualificado por García e por diversos setores políticos como uma intromissão do presidente venezuelano em assuntos internos do Peru.

Humala é atualmente candidato às eleições presidenciais de 10 de abril e está em quarto lugar nas intenções de voto dos peruanos em um total de onze candidatos a suceder Alan García.

Nesta campanha eleitoral, Humala se distanciou de Chávez e agora se aproximou do Partido dos Trabalhadores brasileiro, com quem se reuniu na última semana no Brasil.


http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2011/02/18/interna_internacional,210753/wikileaks-lula-saudou-eleicao-no-peru-em-2006-como-reves-para-chavez.shtml


calú
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Mensaje por calú »

BRASIL: Gobierno Rechazó Visita de Nave Británica

A principios de Enero pasado el gobierno brasileño denegó el permiso para recalar en Rio de Janeiro al buque de patrulla HMS “CLYDE”, que se dirigía a las Islas Malvinas/Falkland, en apoyo a las reclamaciones que Argentina mantiene sobre ese archipiélago del Atlántico Sur. Según confirmó un comunicado oficial, la decisión fue tomada en función de consideraciones “políticas y diplomáticas” relacionadas con el interés del gobierno de la Presidente Dilma Rousseff de estrechar relaciones con Buenos Aires. El comunicado precisó que futuras decisiones respecto de las recaladas de los navíos militares británicos será tomada caso a caso, dando a entender que la medida sólo será aplicada a naves que se dirijan o provengan de las islas que Argentina reclama y que hoy están bajo control británico. Con esta, la primera ocasión en que Brasil deniega permiso de atraque a un buque británico, este país se sumó a una postura similar adoptada por las autoridades de Uruguay, en apoyo de Argentina. Distintos observadores, incluyendo personeros en círculos militares brasileños, coinciden en que la medida adoptada por Brasilia apuntó a generar el mejor escenario para la visita oficial que la Presidenta Rousseff hizo a Buenos Aires el pasado 31 de Enero.


http://www.enfoque-estrategico.com/noticias.htm

Parece que la costa de América del Sur está cerrado a los buques británicos de Amapá hasta Tierra del Fuego ...


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JRIVERA
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Mensaje por JRIVERA »

Perú, Chile, Colombia y Ecuador avanzarán integración eléctrica

Chile, Colombia, Ecuador y Perú acordaron elaborar un proyecto de interconexión eléctrica, aunque sin detallar plazos, plan que ayudaría evitar crisis de suministros en la región, dijeron sus cancilleres.

Estos países sufren cada cierto tiempo problemas de suministros debido a que sus matrices de energía dependen mucho de las lluvias o del diésel para la generación de electricidad a través de plantas hidroeléctricas o termoeléctricas.

“Hemos acordado trabajar para identificar la infraestructura necesaria para establecer un corredor de energía eléctrica al interior de los países y en zonas de frontera”, dijo el canciller peruano José Antonio García Belaunde en conferencia de prensa.

García Belaunde, junto a los cancilleres de Chile, Alfredo Moreno, y de Colombia, María Angela Holguín, -reunidos en Lima para analizar el tema- afirmó que en esta iniciativa está “abierta al concurso de otros países de la región”.

Actualmente algunos ya tienen acuerdos bilaterales de interconexión como Ecuador-Colombia y Ecuador-Perú, pero con el nuevo plan se ampliaría y mejoraría el intercambio eléctrico.

Chile encara actualmente un déficit energético por problemas de sequía y anunció hace poco un plan de ahorro de energía para evitar un racionamiento eléctrico, tarea que no afectará el funcionamiento del vital sector minero de ese país.

“Queremos crear infraestructura que permitan hacer las transacciones (...) esto va a permitir que hayan importaciones o exportaciones de energía de un país a otro dependiendo de cuales son las condiciones, puede ser que en un momento uno esté vendiendo y luego esté comprando”, dijo Moreno.

“Lo importante es que vamos a tener acceso a producir energía en las mejores condiciones y algunos países que estén superavitarios de energía en determinado momento, van a tener la máxima rentabilidad”, agregó.

Según el ministro peruano de Energía y Minas, Pedro Sánchez, el proyecto considera “la venta en bloque” de energía, básicamente para el servicio público”, el cual se desarrollará a través de acuerdos bilaterales específicos que definan el intercambio de electricidad.

Los cancilleres afirmaron que los equipos de trabajo se volverán a reunir en Ecuador en un plazo de 30 días para trabajar en el proyecto de interconexión eléctrica.

REUTERS – 25/02/11

http://gestion.pe/noticia/719048/peru-c ... -electrica

Los cuatro países han acordado trabajar para identificar la infraestructura necesaria para establecer un corredor de energía al interior de sus territorios y en zonas de frontera

Harán central para vender energía a Chile

Ministerio de Energía y Minas planea llamar a licitación para construir una central a gas que venda electricidad a empresas del país sureño.


Imagen

Recontra confirmado, sera de 1,500 MW.

Saludos,
JRIVERA


A triunfar Peruanos !!! que somos hermanos, que sea la victoria nuestra gratitud...Te daré la vida y cuando yo muera, me uniré en la tierra CONTIGO PERU !!!!
calú
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Mensaje por calú »

EUA esperam que Brasil seja principal fornecedor de petróleo

1 de março de 2011, em Indústria Petrolífera, Noticiário Internacional, por Galante

O chanceler brasileiro Antônio Patriota revelou recentemente que os Estados Unidos esperam que o Brasil seja o principal fornecedor de petróleo ao país.

Segundo Patriota, os EUA apresentaram interesse de importar petróleo do Brasil. Patriota foi recentemente aos EUA para fazer os preparativos para a visita do presidente norte-americano, Barack Obama, ao Brasil nos dias 19 e 20 de março.

O Brasil divulgou recentemente a descoberta de um grande reservatório de petróleo na Bacia de Santos, com um volume entre 5 bilhões e 6 bilhões de barris. Especialistas internacionais consideram que, por problemas de tecnologia, só daqui a dez anos o Brasil poderá será um dos dez maiores produtores de petróleo do mundo.(por Zeng Yun)

http://www.naval.com.br/blog/


Soldado Ryan
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Mensaje por Soldado Ryan »

En el Nahuel Huapi está todo comprado por Beneton (un chileno). :wink:
Última edición por Soldado Ryan el 02 Mar 2011, 18:46, editado 1 vez en total.


Soldado Ryan
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Mensaje por Soldado Ryan »

Y está todo cercado ¿saben que terrible que es no poderse subir a una montaña?. :cry:


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Mensaje por calú »

Gadafi invita a Brasil a convertirse en un observador de la crisis en Libia

02 de marzo 2011 en Noticias Internacionales, Relaciones nternacionales, por Galante


Dictador dice que reemplazará a las empresas occidentales en otros chinos, rusos y brasileños

El gobierno de Muamar Gadafi llamó el miércoles, 2, a Brasil, la Unión Africana (UA) y los países de la Conferencia Islámica para tomar el papel de los observadores de la crisis política en el país. La información que se acaba de publicar ahora por el Embajador de Brasil en Libia, George Fernandes.

El diplomático asistió a una reunión patrocinada por la cúpula del régimen de Gadafi en el que el dictador hizo un discurso transmitido por la televisión estatal.

En el discurso, el coronel también dijo que reemplazaría a los bancos y las empresas occidentales que trabajan en Libia por otro de China, Rusia y Brasil.

http://www.forte.jor.br/ (traducido del portugués)

:crazy:


calú
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Mensaje por calú »

Brasil Torna-se Quinto Maior Credor dos EUA

Por Silvana Guerra
Fonte: Correio Braziliense

.

O Tesouro norte-americano divulgou dados de dezembro de 2010 tornando o Brasil o quinto maior financiador da dívida do Governo dos Estados Unidos. Até o final do ano, o Brasil detinha US$ 186,1 bilhões em títulos da nação mais rica do mundo, atrás apenas da China (US$ 1,16 trilhão), do Japão (US$ 882,3 bilhões), do Reino Unido (US$ 272,1 bilhões) e dos países exportadores de petróleo, como a Arábia Saudita e a Venezuela, esses com investimentos de US$ 211,9 bilhões.

O Brasil aumentou os investimentos na dívida dos EUA em US$ 16,9 bilhões no ano de 2010. O Banco Central (BC), responsável pela administração dos recursos provenientes das reservas internacionais, afirmou que a compra dos títulos do governo norte-americano é muito segura e, além disso, é necessário manter uma reserva elevada de dólares, já que o endividamento brasileiro no exterior está também na mesma moeda, operação conhecida como hedge. De acordo com dados do Banco Central, dos US$ 300 bilhões das reservas internacionais que o Brasil possui, mais da metade dos recursos está atualmente financiando o Governo dos EUA.

Apesar de uma corrente de economistas criticaram o exagerado custo das reservas, o Diretor de Administração do BC, Anthero Meirelles, fez questão de enfatizar que esta operação é um importante seguro contra crises. Ele lembrou que o Brasil já enfrentou crises internacionais anteriormente, levando o país a puxar a taxa de juros para mais de 40% ao ano porque não tinha “reservas suficientes para se defender”. O Diretor Anthero ainda garantiu que, mesmo com as críticas, não haverá modificação na política de acumulação de reservas. Desde janeiro deste ano, o BC já comprou quase US$ 15 bilhões para reforçar o seguro contra crises.

Fonte: Política Externa, Defesa, Desenvolvimento e CACD.
Política Externa Brasileira

http://www.politicaexterna.com/


calú
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Mensaje por calú »

Venezuela espera que Lula pueda mediar en la crisis en Libia

Por Frank Jack Daniel
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CARACAS (Reuters) - Venezuela espera que el ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva, puede llevar una comisión internacional de mediación para buscar la paz en Libia, dijo una fuente del gobierno dijo a Reuters el jueves.

La fuente dijo que Venezuela, sin embargo, que Lula tiene previsto incluir en la mediación propuesta de presidente venezolano Hugo Chávez, estaban en una fase "preliminar".

Chávez propuso esta semana un plan que busca una solución negociada a la sublevación en Libia, incluido el envío de una comisión internacional para mediar en la crisis.

Según un portavoz del gobierno venezolano, el líder libio Muammar Gadafi ha aceptado la propuesta de aliado de Chávez para una mediación internacional para poner fin a la crisis en el país africano.

Noticias de la Liga Árabe se vería seriamente la evaluación de la propuesta de Chávez ha contribuido a una caída en los precios del petróleo, después de varios días sucesivos de gran preocupación debido a la fuente de Libia con el producto.

Al igual que Gadafi, Chávez se considera un revolucionario anti-imperialista, y lo ha visitado en seis ocasiones en Libia.

Los analistas ven con escepticismo la posibilidad de obtener Chávez de promover un cese inmediato de los combates en Libia, donde Gadafi parece cada vez más acorralado por un alzamiento popular contra su régimen y militares, que ha durado 41 años.

El ministro venezolano de Información, Andrés Izarra, dijo que el canciller habló de su país el jueves con su homólogo libio, que han confirmado su disposición a aceptar Gadafi en presencia de una comisión internacional para negociar con las partes en conflicto .

Izarra dijo que la Liga Árabe expresó su interés en la propuesta. "Venezuela continuará sus contactos en el mundo árabe y en otros lugares para encontrar las fórmulas para la paz", dijo el ministro.

Todavía no hay fecha fijada para la misión, porque "todo está en una fase muy preliminar, con negociaciones muy delicada e inestable", según una fuente del gobierno venezolano.

Chávez ha dicho que Estados Unidos está exagerando los informes sobre la situación en Libia con el fin de justificar una invasión del país, el mayor productor de petróleo 12.

Olivier Jakob, de la investigación suiza Petromatrix, dijo que la propuesta de Chávez no debe complacer a los rebeldes.

"La credibilidad de Chávez no es muy alto", dijo. "El único valor de esta propuesta es la de si ofrece alguna salida honorable para el clan ... Gadafi una manera para él de última hora para salvar la cara en el exilio."

Venezuela ha sido ampliamente citado como un posible destino para el Gadafi si salir de su país. El líder árabe ha visitado el país de América del Sur en 2009, cuando donó una tienda de campaña beduina con Chávez, cuyo nombre bautiza un estadio de 11.000 asientos en Libia.

Más temprano, el presidente del Consejo Nacional creado por los rebeldes Libia rechaza la idea de negociar con Gadafi. El jefe de la Liga Árabe, Amr Moussa, dijo a Reuters que el plan de Chávez no se consideró, y le toca a Venezuela para dar más detalles sobre su contenido.

Un pequeño grupo de venezolanos que se oponen a Chávez realizó una manifestación frente a la Embajada de Libia en Caracas, acusando al presidente a pedir disculpas "asesino" Gadafi.

En Londres, el hijo Saif al Islam Gadafi, dijo que no necesita ninguna intervención internacional en la mediación de la crisis de Libia, cuando se le preguntó sobre la candidatura de Venezuela.

"Tenemos que dar las gracias ... pero somos lo suficientemente capaces de resolver nuestros problemas por nuestra propia gente. No hay necesidad de ninguna intervención internacional".

Añadió que los venezolanos "son nuestros amigos, les respeto, el amor, pero ellos están muy lejos. Ellos no tienen idea acerca de Libia. Libia es en el Oriente Medio y África del Norte. Venezuela está en la" América Central ". Gracias -dijo-, por error se refiere al país de América del Sur

(Reporte adicional de Avril Ormsby y Eyanir Chinea)

http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/110303/manchetes/manchetes_venezuela_libia_plano


calú
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Mensaje por calú »

Brasil recusa pedidos e só agirá via ONU

Ex-presidente Lula e atual governo receberam sondagens de Gaddafi para serem mediadores no conflito líbio
Ex-presidente e Palácio do Planalto concordam em delegar à ONU a mediação do confronto que ocorre na Líbia

CLÓVIS ROSSI

O governo brasileiro e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva receberam duas sondagens diferentes para atuarem como mediadores no conflito líbio. Mas ambos delegaram qualquer iniciativa a um mandato da ONU.

Lula foi convidado pelo ex-colega venezuelano, Hugo Chávez, para ser mediador, mas informou que, primeiro, o assunto está no âmbito do governo Dilma Rousseff, e não dele pessoalmente; e, segundo, que concorda com a posição de deixar com a ONU toda iniciativa.

Já o convite do governo líbio entregue ao embaixador brasileiro em Trípoli nem chegou a ser seriamente examinado pelo Planalto, dada a avaliação de que não há interesse de nenhuma parte.

De fato, o filho de Gaddafi, Saif al Islam, que é uma espécie de porta-voz do pai, disse que o assunto deve ser resolvido internamente. E a oposição, ao menos na avaliação brasileira, não quer mediação, mas a derrubada do governo, pura e simplesmente.

"A situação, do jeito que as coisas estão, vai para um caminho de não resolução pela via da negociação", diz Marco Aurélio Garcia, assessor diplomático da presidente, posição que já havia ocupado no governo Lula. Mais concretamente, Garcia diz que "é a hora dos canhões".

O assessor da Presidência chega a dizer que teme um "novo Iraque", ou seja, uma intervenção militar. Essa hipótese esteve em alta na segunda-feira, quando coincidiram em Genebra chanceleres das grandes potências e falou-se muito de "zona de exclusão aérea".

Depois, os EUA deixaram claro que implementar a proibição de voos sobre o território líbio teria de ser precedido de uma ação militar.

Esta, por sua vez, só poderá ocorrer com autorização do Conselho de Segurança da ONU, onde enfrentará resistência da China e da Rússia, que têm direito a veto.

O Brasil é membro sem direito a veto, mas, se o tivesse, provavelmente o usaria, pois Garcia acha que derrubar Gaddafi pela força estrangeira abre um precedente perigoso. "Podem decidir derrubar qualquer um depois."

O assessor da presidente explicita outro temor: o de que a complexa situação líbia obscureça a análise da situação e das "transformações necessárias".



http://www.defesanet.com.br/11_03/110304_03_fsp_libia_crise.html


GUSTAVO GRANADOS
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Mensaje por GUSTAVO GRANADOS »

MIREN ESTO.........................
Actualizado el 04 de marzo de 2011





“Shakiro” chileno causa sensación en internet





Rodolfo Burgos es el joven chileno que tiene una voz idéntica a la de la famosa cantante colombiana. Al jurado del concurso e internautas deja asombrados.

Santiago de Chile.- Un joven concursante chileno ha logrado imitar de una manera idéntica el característico registro vocal de la cantante de Barranquilla.



Rodolfo Burgos, el protagonista de esta historia, ha sorprendido a Chile y al mundo entero con su interpretación de los temas de la estrella pop en el programa chileno 'Yo soy' de Mega TV.



Las aptitudes del muchacho, que ya ha sido apodado “Shakiro”, le han valido para colocarse muy bien en las redes sociales, donde ya es 'trending topic' o tema del momento en su país.




.... :conf: WWW.PANORAMA.COM


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