EMBRAER

La Aviación militar en Latinoamérica. Organización, pilotos y aviones de guerra. La industria aeronáutica.
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Andrés Eduardo González
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Mensaje por Andrés Eduardo González »

:cool: :cool: ¿Y cuáles serían las próximas aeronaves de la FAC que provendrían de EMBRAER al corto plazo?... ¿Tal vez los Embraer R-99 con el Erieye?, ¿o los 10 C-390 que el Ministro Santos dijo que quería en la FAC?, esos se demoran un poquito más: más allá del 2015...


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Mensaje por Brasil »

Anderson escribió:Hola a todos, quisiera que alguien me saque de una duda:

EMBRAER tiene pedidos de Super Tucanos aún por cumplir, por ejemplo los de Rep. Dominicana que según entiendo aún no los han terminado de entregar, los de Chile aún no comienzan a llegar, igual los de Ecuador, y a la FAB aún le deben creo que unas 10 aeronaves de las 99 contratadas. Mi pregunta es ¿cuándo habrá disponibilidad de construir nuevas aeronaves posiblemente para la FAC? ¿Alguien sabe el cronograma de entregas de cada uno de los clientes anteriormente mensionados? Solo para hacerme a una idea.

Gracias y saludos.


Amigo. Todo depiende de la Aeronave que se habla.




Por oportunidad, la FAB recebio el Super Tucano numero 100:


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Anderson
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Mensaje por Anderson »

Super Tucanos dije.

Sólo pregunto por saber (si la FAC se decidiera comprar más unidades) para cuándo estarían en el pais.

Pero creo que ese cronograma será un tanto dificil de conseguir.

Saludos y gracias..


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Andrés Eduardo González
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Mensaje por Andrés Eduardo González »

:cool: :cool: Colombia solicitó 25 A-29B y todos ya llegaron, así que no creo que por ahora se soliciten más supertucanos...


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Anderson escribió:Sólo pregunto por saber (si la FAC se decidiera comprar más unidades) para cuándo estarían en el pais.


Si hacier pedidos hoy, en el segun trimestre de 2010 las premeras.


Saludos


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Anderson
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Mensaje por Anderson »

Andrés Eduardo González escribió::cool: :cool: Colombia solicitó 25 A-29B y todos ya llegaron, así que no creo que por ahora se soliciten más supertucanos...


Yo, en cambio, no descarto nuevas adquisiciones. Es un SdA eficaz y probado, y la FAC, inegablemente, necesita más unidades.

Un saludo


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Mensaje por JoãoBR »

Embraer completa 40 anos de história
Escrito por Defesa Brasil
Qui, 20 de Agosto de 2009 10:59
Empresa é hoje destaque nos mercados globais de aviação comercial, executiva e de defesa.

KC-390. Imagem: Embraer
São José dos Campos – A Embraer celebrou nesta quarta-feira, 19 de agosto, hoje quatro décadas de existência. Ao longo desse período, a Empresa projetou mais de 20 modelos diferentes de aeronaves para os mercados de aviação comercial e executiva e o segmento de defesa. Desde o projeto IPD 6504 do então Centro Técnico de Aeronáutica (CTA), hoje Diretoria de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, que deu origem ao pioneiro Bandeirante, até a recente e ambiciosa parceria com a Força Aérea Brasileira (FAB) para desenvolvimento do cargueiro e reabastecedor KC-390, a Embraer entregou cerca de 5 mil aviões para 88 países em cinco continentes. Hoje, a Empresa é reconhecida mundialmente pela excelência dos produtos projetados, flexibilidade da cadeia produtiva e alta qualidade dos serviços prestados.

Criada em 19 de agosto de 1969, pelo Decreto-Lei nº 770, a Embraer – Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. era uma Companhia de capital misto e controle estatal. O propósito da sua criação era instituir uma empresa capaz de transformar ciência e tecnologia, desenvolvidos pelo CTA e pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em engenharia e capacidade industrial.

“A Embraer é fruto de um ambicioso projeto de longo prazo do Governo Brasileiro, vislumbrado pelo Marechal Casimiro Montenegro na década de 1940 e continuado por milhares de pessoas que trabalharam e se empenharam para que chegássemos ao dia de hoje”, disse Frederico Fleury Curado, Diretor-Presidente da Embraer.

O início das atividades da Embraer foi marcado pela produção do turboélice Bandeirante (EMB 110), da aeronave agrícola Ipanema (EMB 200) e do planador de alto desempenho Urupema (EMB 400), além da fabricação do jato de treinamento avançado e ataque ao solo Xavante (EMB 326), sob licença da empresa italiana Aermacchi. No ano em que o homem pisava na Lua pela primeira vez, a Embraer dava os primeiros passos para se estabelecer como uma Empresa aeronáutica mundialmente competitiva.

Na década de 1970, vieram as primeiras entregas e o desenvolvimento de novos produtos, como a aeronave executiva Xingu (EMB 121), o avião de treinamento militar Tucano (EMB 312) e o turboélice com 30 assentos Brasilia (EMB 120), bem como o programa do jato AMX, em cooperação com as empresas italianas Aeritalia (hoje Alenia) e Aermacchi, que permitiu à Empresa galgar um novo patamar tecnológico e industrial.

Durante a prolongada crise financeira no início dos anos da década de 1990, a Embraer reduziu consideravelmente o seu quadro de empregados, retardou o desenvolvimento do jato regional ERJ 145 e cancelou o projeto do CBA 123 Vector. Após um longo e desgastante processo e diante das inúmeras dificuldades enfrentadas, a Empresa foi privatizada em 7 de dezembro de 1994. A partir de 1995, uma profunda transformação cultural e empresarial culminou com a recuperação e retomada do crescimento, impulsionada pelo projeto do ERJ 145.

Embraer 195, o maior avião fabricado pela Empresa, com até 122 assentos. Foto: Embraer
A entrada em operação da nova família EMBRAER 170/190 de jatos comerciais – os E-Jets, com capacidade de 70 a 122 assentos, em 2004, consolidou a posição da Embraer de líder nesse mercado e, aliada à expansão das atividades relacionadas a serviços aeronáuticos, estabeleceu bases sólidas para o crescimento da Empresa. Em 2005, o Ipanema atingiu a marca de mil aeronaves entregues e passou a ser produzido na versão a álcool.

Na virada do século, o lançamento de novos produtos para o segmento de defesa e a entrada no mercado de jatos executivos possibilitaram a expansão da atuação da Embraer, ampliando receitas e diversificando mercados.

Em 2001, a Embraer entregou o primeiro jato executivo Legacy 600, da categoria super midsize. Confirmando o compromisso de se tornar uma das principais fabricantes neste segmento, a Empresa lançou nos anos seguintes o Phenom 100, o Phenom 300, o Legacy 450, o Legacy 500 e o Lineage 1000, das categorias entry level, light, midlight, midsize e ultra-large, respectivamente, constituindo um completo e moderno portfólio de aeronaves.

No segmento de defesa, a aeronave de treinamento avançado e ataque leve Super Tucano, em operação nas Forças Aéreas Brasileira e Colombiana, foi encomendada também pelo Chile, Equador e República Dominicana, atingindo a marca de 169 unidades vendidas, e os sistemas de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (Intelligence, Surveillance and Reconnaissance – ISR) da Embraer entraram em operação no Brasil, México e Grécia.


João Mendes.

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Embraer: An Ugly Duckling Finds Its Wings

A half-dozen freshly painted jets fill a mammoth hangar. One, emblazoned with the JetBlue (JBLU ) logo, is being fitted with 100 leather seats and individual TV screens as well as 28 miles of electrical wiring. Lined up along the catwalk are planes for Delta Connection, Panama's Copa Airlines, United Express (UAL ), and Republic Airways. This looks like a Boeing (BA ) or Airbus assembly plant. But it's actually São José dos Campos, Brazil, home of Embraer, the world's third-largest aircraft maker.


A half-dozen freshly painted jets fill a mammoth hangar. One, emblazoned with the JetBlue (JBLU) logo, is being fitted with 100 leather seats and individual TV screens as well as 28 miles of electrical wiring. Lined up along the catwalk are planes for Delta Connection, Panama's Copa Airlines, United Express (UAL ), and Republic Airways. This looks like a Boeing (BA ) or Airbus assembly plant. But it's actually São José dos Campos, Brazil, home of Embraer, the world's third-largest aircraft maker.


Since 1969, Embraer has been the only company -- and Brazil the only country -- to make a successful entry into the commercial jet market. More than 1,000 of its planes are flying around the world, including a new generation of 118-seaters that are nibbling at the market served by Boeing Co.'s (BA ) and Airbus' larger planes. Embraer delivered $446 million in profits on $3.83 billion in revenues last year, and 93% of those sales were outside Brazil.

How did Brazil succeed in such a capital-intensive, high-tech business? Surprisingly, wages, less than one-third of those at Boeing, are not the key factor. First, Embraer tapped into a long tradition of engineering spearheaded by the Brazilian air force's aerospace program created after World War II. For the past six years, Embraer has plowed 6% of revenues into research and development. It trains its newly hired engineers not only in aeronautics but also in market research and finance. Customers call the company's planes well designed, reliable, and cheaper to operate than rival aircraft.

Second, Brazilians who land jobs at Embraer know they're among the lucky few in a country with a limited number of high-tech positions. Customers sense the pride, says Dave Barger, JetBlue Airways Corp.'s chief operating officer. "If you work at Embraer in Brazil, you're something," he says. "It's a very cool culture. It plugs in nicely to JetBlue." Each time JetBlue takes delivery of a new Embraer aircraft, the airline donates $10,000 to an Embraer program that sends talented, poor students to college. JetBlue has ordered 101 planes, worth $3 billion.

Finally, Embraer has staying power. It has grown steadily since the former state-run company was privatized in 1994. Its high-performing, 50-seat regional jets put Embraer on the map, with more than 850 of them still flying. And its current wave of success stems from a decision in the late 1990s to invest $1 billion to design a new, larger plane that seats from 70 to 118 passengers for rapidly growing low-cost airlines.

Embraer engineers came up with a new fuselage design it called "double bubble" that allows plenty of head space, legroom, and luggage space, and eliminates the middle seat. More than 40 airlines provided input. That innovation has pushed Embraer ahead of archrival Bombardier of Canada and set the stage for an ambitious move into executive jets. "Years ago our competitors said: 'How dare those ugly ducklings from South America try to sell a jet in the Northern Hemisphere,"' says Satoshi Yokota, Embraer's executive vice-president for engineering and development. "Fortunately, they underestimated us."

By Geri Smith in São José dos Campos, Brazil.
BusinessWeek

Achei essa reportagem interessante, embora um pouco antiga. Da consagrada revista business week. :mrgreen:


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Iris escribió:Ilyushin Finance suministrará 17 aviones a Brasil, Ecuador y Perú

Ciudad Zhukovski (provincia de Moscú), 20 de agosto, RIA Novosti. La empresa rusa Ilyushin Finance Co (IFC) para la comercialización de los aviones de la misma marca firmó hoy tres precontratos con compañías aéreas de Brasil, Ecuador y Perú para suministrar 17 aviones de distinto tipo.

El contrato más importante fue firmado Brasil, que por primera vez compra aviones de fabricación rusa mediante la compañia brasileña Clean Air que comprará dos aviones de pasajeros IL-96-300, cuatro aviones Tu-204SM y dos aviones de carga de nueva versión Tu-204.

Otro acuerdo fue suscrito con la aerolínea ecuatoriana Icaro, que adquirirá dos aviones An-148-100 con posibilidad de adquirir un tercer aparato de ese modelo, y dos aviones de carga Tu-204SM con la opción a compra de otro tercero.

El tercer acuerdo fue suscrito con la empresa Cielos del Perú S.A. que comprará dos nuevos aviones de carga IL-95-400T con opción a compra de un tercer avión de ese modelo.

Todos los acuerdos prevén la firma de contratos definitivos hasta el fin de 2009.

.- Saludos.

http://sp.rian.ru/onlinenews/20090820/122786938.html


Iris,

Não entendi. O que tem haver a EMBRAER nesse contexto?

Saudações.


João Mendes.

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Embraer entrega Legacy 600 a empresa alemã

A Embraer entregou na última semana um jato executivo Legacy 600 para a empresa alemã de fretamento de jatos vibroair Flugservice.

Esta é a primeira aeronave entregue, mas a vibroair já tem pedidos firmes para dois jatos executivos Phenom 300 e um jato Legacy 500, todos com previsão de entrega para 2014.

A Embraer já fabricou cerca de 170 unidades do Legacy 600 e entregou para clientes em 26 países no mundo todo. O jato oferece autonomia de até 6.297 km.

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Embraer entrega jato a Moçambique

Linhas Aéreas de Moçambique recebe primeiro Embraer 190 em cerimônia realizada em São José dos Campos, na sede da fabricante.

A Embraer entregou, no último dia 31, o primeiro de dois jatos Embraer 190 à Lam (Linhas Aéreas de Moçambique).

A aeronave foi entregue em uma cerimônia realizada na sede da Embraer, em São José dos Campos, interior do Estado de São Paulo. Além dos dois Embraer 190, o pedido inicial da Lam ainda inclui direitos de compra para outros dois aviões.

"É uma grande satisfação entregar o primeiro Embraer 190 a um novo operador no continente africano", disse Mauro Kern, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Comercial. "Estamos orgulhosos por desempenhar um papel importante na modernização da frota da Lam e por contribuir para a expansão da malha aérea dessa empresa no seu país e na região sul da África".

Fernando Fischer

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"A partir de agora, Portugal fabrica aviões"

O primeiro-ministro sublinhou este domingo que o novo centro de excelência da construtora brasileira Embraer em Évora inaugura uma nova fase da indústria aeronáutica em Portugal, evoluindo o país da manutenção para o fabrico de aviões.

"É um investimento da maior importância para Portugal, porque inaugura uma nova fase da indústria aeronáutica no nosso país. Significa que Portugal passa da manutenção para o fabrico de aviões", disse José Sócrates.

O primeiro-ministro falava durante a cerimónia de lançamento da primeira pedra de uma de duas fábricas que a construtora aeronáutica brasileira Embraer pretende instalar na cidade alentejana.

José Sócrates considerou que o investimento da Embraer significa "intensidade tecnológica de know-how e inserção de Portugal no contexto da economia global, num dos sectores de maior investigação e desenvolvimento".

Destacando o «pulo tecnológico» que Portugal dá, o primeiro-ministro considerou que o investimento permite a criação de um «cluster» aeronáutico no Alentejo.

"Quero sublinhar a dimensão nacional que este investimento tem, não apenas pela dimensão do investimento, não apenas pelo emprego que gera, não apenas porque se destina à exportação, mas pelo que ele significa de um salto tecnológico no nosso país. A partir daqui, Portugal fabrica aviões".

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Fonte: Portugal Diário
http://diario.iol.pt/economia/socrates- ... -4058.html

saludos


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Super Tucanos serão entregues entre novembro e Dezembro a Republica Dominicana

Secretario FFAA asegura entre noviembre y diciembre llegan cuatro Super Tucano

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El secretario de las Fuerzas Armadas, teniente general Rafael Peña Antonio aseguró este jueves que entre noviembre y diciembre llegarán los primeros cuatro aviones Súper Tucano y los otros cuatro a mediados del año 2010. Peña Antonio dijo que algunos trámites burocráticos han imposibilitado que las aeronaves llegaran antes al país, aunque las autoridades hicieron las gestiones.

Para lograr un patrullaje por sectores y una efectiva lucha contra el narcotráfico, las autoridades pondrán a operar dos aeronaves en Barahona, en la base que se construirá; dos en San Isidro, dos en Punta Cana y dos en Puerto Plata.

Respecto a la base que se construirá en Barahona, el jefe de los cuerpos castrenses aclaró que la intensión no es instalar un comando de los Estados Unidos en esa provincia, que de lo que se trata es de reabrir una base aérea militar que existía en esa provincia.
Última edición por Caio el 26 Ago 2009, 04:41, editado 1 vez en total.


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EMB-190 da Presidência da República em voo de testes

Governo brasileiro adquiriu duas aeronaves no ano passado.
Da Redação


Aeronave Bartolomeu de Gusmão em voo. Foto: Lucas Lacaz Ruiz/DB
O primeiro dos dois novos EMB-190 adquiridos pelo governo brasileiro já está quase pronto para ser entregue. Neste domingo, a aeronave Bartolomeu de Gusmão fez voos de teste em São José dos Campos-SP. Ainda não foi divulgada a data de entrega dos aviões.

Adquiridos em junho de 2008, os EMB-190 serão configurados especialmente o transporte de autoridades e serão operadas pelo Grupo de Transporte Especial (GTE) da Força Aérea Brasileira (FAB), que serve à Presidência da República, ministérios, secretarias da Presidência, autoridades dos poderes legislativo e judiciário.

As aeronaves são configuradas com sistemas especiais de comunicação, visando um nível máximo de segurança, além de uma área privativa para o Presidente da República, incluindo espaço para reuniões. Têm, ainda, capacidade para transportar cerca de 40 passageiros com um alcance que abrange toda a América do Sul, a partir de Brasília, oferecendo, assim, grande flexibilidade operacional para as missões às quais se destinam.

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Embraer recebe primeira parcela da FAB para projeto do cargueiro KC-390

O programa da aeronave de transporte militar KC-390, que a Embraer desenvolve para a Força Aérea Brasileira (FAB), ganha reforço em setembro com a liberação da primeira parcela de recursos, no valor de R$ 40 milhões. O secretário de Economia e Finanças da Aeronáutica, brigadeiro Aprígio Eduardo de Moura Azevedo, confirmou a informação e disse que o cargueiro já é uma realidade do ponto de vista conceitual.

"Todos os requisitos técnicos foram definidos, assim como os prováveis parceiros de risco no seu desenvolvimento, entre eles Colômbia, Chile, Portugal e África do Sul", afirmou o vice-presidente de Defesa da Embraer, Orlando Ferreira Neto. Atualmente, segundo ele, cerca de 80 engenheiros estão envolvidos no projeto do novo cargueiro, mas a previsão é que até meados de 2010 esse número cresça para 200 e, em 2011, para 400.

A Embraer, de acordo com o executivo, será responsável pelo desenvolvimento da aeronave e gestão dos parceiros estratégicos, fornecedores, projeto e integração da aeronave. O KC-390, pesando 20 toneladas, será o maior e mais complexo avião projetado pela Embraer, para missões de transporte de carga e reabastecimento.

Avaliado em US$ 1,3 bilhão, o KC-390 vai disputar um mercado estimado em 700 aeronaves, num prazo de 10 anos, o que representa um volume de negócios da ordem de US$ 13 bilhões, segundo cálculos da Embraer. Como o projeto será desenvolvido pelo sistema de parcerias estratégicas, haverá compartilhamento de custos e riscos, a criação de laços de longo prazo entre as indústrias, as forças armadas e os governos dos países, além do estabelecer cotas de participação nas vendas dos aviões.

A Embraer acredita que as parcerias vão enriquecer as especificações técnicas do avião e garantir um produto mais adequado para as necessidades do mercado. O processo de negociação e contratação dos parceiros do projeto, segundo Neto, será conduzido pela FAB e auxiliado pela Embraer. "A nossa expectativa é que até o fim de maio de 2010 estejamos com todo o projeto definido do ponto de vista operacional", disse.

Os primeiros trabalhos no projeto foram iniciados em maio. Os recursos previstos para serem liberados em setembro, segundo o executivo da Embraer, cobrem as necessidades deste ano em relação a concepção e definição da configuração da aeronave. "Os próximos meses serão de grandes definições em termos das tecnologias que a aeronave irá incorporar."

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Fonte: Valor Econômico

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