Ejercito de Portugal

Los Ejércitos terrestres del mundo. Actualidad, orden de batalla, operaciones. La Legión Extranjera Francesa. Tanques, blindados y otro armamento.
pablinho
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Ejercito de Portugal

Mensaje por pablinho »

Hola a todos ¿Que me podeis contar de nuestros vecinos (De España) los portugueses? ¿Cuales son sus mejores unidades, en que destacan, si superan en algo al ejercito español...?


nuno_alex
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Mensaje por nuno_alex »

Não responde ao que foi perguntado mas dá uma ideia do estado das forças armadas portuguesas. É uma reportagem da televisão portuguesa feita em 2001 mas a situação actual não é muito diferente tirando uma ou outra situação como a dos submarinos e helicopeteros puma. Em relação ao resto so promessas por parte do governo.
http://www.youtube.com/watch?v=Dk8vPMNJhEw
http://www.youtube.com/watch?v=3tK1HAlt-dU
http://www.youtube.com/watch?v=stCiGnYMKCk
http://www.youtube.com/watch?v=XLBPmwGROVY
http://www.youtube.com/watch?v=DhFypAPoutA
http://www.youtube.com/watch?v=ryw2Pv5XDBo


"mama sumae"
old
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Mensaje por old »

Podemos hacer una vision optimista o pesimista del ejercito de Portugal:

Hare una optimista:

Tienen 40 F16 (numero muy importante) van actualizar (MLU ) bastantes de ellos (de momento la mitad)

Van a comprar 37 Leopard 2A6, daran de baja unos 100 M60
Estan fabricando unos 400 Pandur II con torre de 25 mm similar a la de nuestros Pizarros y otros estudian torre de 105mm
Tienen creo que 12 EH101 nuevecitos
Otros tantos C295 han encargado
Estan fabricando en Alemania 02 U209PN (U214)
Tienen previsto hacerse con un LPD de unas 17.000 Tn en el futuro.
Tienen 3 Meko 200 y van a recibir 2 Clase M de Holanda


Gerion
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Mensaje por Gerion »

Old dijo:
Tienen previsto hacerse con un LPD de unas 17.000 Tn en el futuro.


Mmm, el tonelaje de los LHD de Navantia :cool:


"Vivire militare est" ("Vivir es luchar") Séneca.
old
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Mensaje por old »

Gerion escribió:Old dijo:
Tienen previsto hacerse con un LPD de unas 17.000 Tn en el futuro.


Mmm, el tonelaje de los LHD de Navantia :cool:


No entiendo..van hacer un barco de 27.000 Tn?

Tenia entendido que es un LPD estilo Rotterdan/Galicia. :confuso:


Arrow
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Mensaje por Arrow »

Gerion escribió:Old dijo:
Tienen previsto hacerse con un LPD de unas 17.000 Tn en el futuro.


Mmm, el tonelaje de los LHD de Navantia :cool:


Mas bien, el tonelaje de los LPD de Navantia :wink:


Arrow
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Mensaje por Arrow »

Con la nueva reestructuración en marcha el ejército portugués se va a quedar con tres brigadas mas unidades de apoyo, mas las unidades de guarnición de las Azores y Madeira.

Las tres brigadas son:

-Brigada de reacción rapida con dos batallones paracaidistas, batallón de OE's y agrupación de apoyos (lanzamiento de cargas, ingenieros y AA).

-Brigada de Intervención con tres batallones de infanteria mecanizados sobre Pandur, y unidades de apoyo de brigada.

-Brigada Mecanizada con batallón de carros (en la actualidad M 60, se estudia la adquisición de Leopard 2 A4 de segunda mano), dos batallones de infantería mecanizada, y unidades de apoyo de brigada.

-Las unidades de apoyo general son elementos de artillería, transmisiones, ingenieros, etc. destinados a reforzar los otros elementos.

-Las guarniciones de Azores y Madeira están formadas por batallones de infanteria ligera y ciertas unidades de apoyo.


Johnnie
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Mensaje por Johnnie »

Leo 2 A5


Gerion
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Mensaje por Gerion »

Arrow dijo:
Mas bien, el tonelaje de los LPD de Navantia


Eso quería decir, me he rayado :shot:

Gracias Arrow.
Última edición por Gerion el 03 May 2007, 14:09, editado 1 vez en total.


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nuno_alex
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Mensaje por nuno_alex »

ENTRADA AO SERVIÇO EM 2012

O Navio Polivalente Logístico (LPD) – que a Marinha tem vindo a reivindicar desde 1997 – deverá entrar ao serviço em 2012, isto se o projecto não conhecer mais atrasos e a construção – a começar em 2009 nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo – não apresentar complicações, soube o CM junto de fontes militares. O LPD irá servir os três ramos das Forças Armadas, constituindo um importante meio de projecção de forças para cenários de guerra ou em crises humanitárias. O navio – cujo projecto foi uma contrapartida dos dois novos submarinos da Armada, ainda em construção e cujo concurso foi ganho pelo estaleiro alemão HDW – deverá custar cerca de 210 milhões de euros, estando inscrito nas capacidades conjuntas da nova Lei de Programação Militar. O projecto inicial tinha 162 metros de comprimento e um deslocamento de 10 500 toneladas. Terá capacidade para 800 pessoas (150 das quais serão a guarnição), material, meios aéreos (4 helicópteros EH101 ou 6 Lynx), meios terrestres (viaturas pesadas e ligeiras) e meios navais (4 lanchas de desembarque com cerca de 25 m de comprimento e umas dezenas de botes pneumáticos dos fuzileiros). A garagem terá 900 m2, a doca 880 m2, o hangar 510 m2, o convés de voo 1300 m2, e o hospital com 400 m2. Deverá ter armamento para defesa próxima, embora para cenários de maior intensidade tenha de ser escoltado por fragatas de defesa aérea, capacidade em que actualmente as ‘Vasco da Gama’ são limitadas.


"mama sumae"
martelo79
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Mensaje por martelo79 »

Exército prepara o reforço das tropas de elite para intervenção

O principal alvo poderá ser a Brigada de Reacção Rápida, a força com maior mobilidade estratégica

Carlos Varela
O Exército está a preparar-se para reforçar a sua componente operacional, no âmbito das tropas de elite, como os comandos e os pára-quedistas, na sequência dos estudos determinados nesse sentido pelo chefe de Estado- -Maior do ramo, general Pinto Ramalho, soube o JN. Na prática, poderão surgir três novos batalhões, envolvendo efectivos totais entre os 500 e os 1000 homens, com o objectivo de reforçar a capacidade de intervenção.

A medida enquadra-se num conjunto mais vasto de opções e vai ser objecto de uma directiva de Pinto Ramalho, que vai ser conhecida por todo o dispositivo no próximo mês, segundo confirmou ao JN uma fonte oficial do Estado- -Maior do Exército. De acordo com a mesma fonte, "não foram tomadas quaisquer decisões, mas é verdade que o senhor general-chefe mandou elaborar estudos nesse sentido".

O chefe do Exército tomou esta decisão depois das visitas que efectuou a todo o dispositivo do Exército, em particular às grandes unidades - as brigadas Mecanizada, de Reacção Rápida (BRR) e de Intervenção -, tendo em conta os cenários de intervenção no exterior. No entanto, segundo fontes militares salientaram ao JN, Pinto Ramalho está a agir com "extrema cautela", uma vez que não quer deixar a ideia de poder estar a contestar o preconizado pelo seu antecessor, general Valença Pinto, actual chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas. "A ideia é completar", foi-nos salientado.

Mas o equilíbrio poderá ser difícil. É o caso, por exemplo, também de eventuais alterações nos chamados comandos funcionais - Pessoal, Instrução e Logística -, em que sectores do Exército têm chamado a atenção de que a designada "descentralização" não tem dado os resultados esperados e os mesmos sectores entendem que talvez fosse bom fazer marcha-atrás e voltar à concentração.

No entanto, a verdade é que quando Pinto Ramalho tomou posse no início do ano como chefe do Exército, o JN deu logo conta de que o novo general poderia querer alterar algumas das medidas de Valença Pinto.

Há duas semanas, durante a visita a Santa Margarida, Pinto Ramalho deu o primeiro sinal - em declarações à comunicação social - de querer alterar o dispositivo operacional, ao manifestar o desejo de avançar para o Sul do país.

O JN sabe que uma das ideias em estudo é instalar uma unidade de elite de escalão batalhão em Beja e as opções vão ou para o levantamento do batalhão de comandos a três companhias de atiradores - actualmente a duas companhias - ou de um batalhão de pára-quedistas, o terceiro, que chegou a ser levantado em Beja, mas que foi desactivado por decisão de Valença Pinto há dois anos. Como opção está também a reactivação do quartel de Tavira, eventualmente como uma extensão da unidade de Beja, tendo em conta a desertificação militar de que actualmente sofre o Sul do país.

Em causa, no entanto, estará também a eventualidade do regresso do grupo de artilharia de campanha à Brigada de Reacção Rápida, assim como do batalhão de apoio e serviços. Uma e outra forças faziam parte da orgânica da BRR, mas tinham sido desactivadas por Valença Pinto, num conceito de criação de um bloco de apoio de fogos e de serviços, que seriam disponibilizados consoante as necessidades.

No entanto, a medida sofreu fortes críticas, em particular na estrutura intermédia de comando de jovens oficiais do quadro, entre majores e tenentes-coronéis, com o argumento de que iria reduzir a capacidade operacional da principal unidade de intervenção do Exército.


martelo79
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Mensaje por martelo79 »

Já tinha lido por alto os planos do actual CEME, mas lendo mais detalhadamente fiquei com uma óptima impressão. O senhor em questão tem projectos ambiciosos, mas que podem ser perfeitamente trilhados pelo Exército Português.

- Certificação pela OTAN de um Comando de Brigada e o seu posterior empenhamento operacional;

- Prioridade ao processo de concentração da Estrutura de Comando do Exército, bem como à modernização das infraestruturas de formação e treino e dos aquartelamentos;

- No âmbito da Componente Operacional, são objectivos do Exército “levantar o Elemento de Defesa Biológica-Química, recorrendo às capacidades do Laboratório de Defesa Biológica do Hospital Militar Principal e dos meios de Defesa NBQ;
- Levantar o Elemento de Guerra de Informação, com a vertente da Guerra Centrada em Rede, visando a obtenção de uma superioridade de informação no campo de batalha, em linha com o objectivo de transformação da OTAN de obtenção da superioridade da decisão;
- Participar, com pessoal qualificado, uma Companhia Conjunta Projectável de Comunicações e Sistemas de Informação (Deployable Communications and Information Systems -DCSIS), em apoio à NRF;
- Avaliar a finalidade, missão e tipo da 3ª Unidade de Escalão Batalhão (UEB) da Brigada de Reacção Rápida (BrigRR),assim como a oportunidade do seu levantamento;
- Rever o actual conceito de Apoio de Combate à BrigRR, de forma a conferir-lhe meios orgânicos de apoio de fogos.”

No âmbito dos Recursos Materiais, estabeleceram-se como linhas prioritárias “acompanhar os processos de aquisição/desenvolvimento constantes na LPM, particularmente os dos seguintes programas estruturantes:
- Rádios 525, SICCE e SIC-T;
- Viaturas blindadas de rodas;
- Modernização da capacidade mecanizada (M113 e CC Leopard 2A6);
- Helicópteros ligeiros e helicópteros NH-90; armamento ligeiro.”


Como já disse, acho que são tudo projectos perfeitamente ajustados à nossa realidade e perfeitamente concebiveis.

http://www.exercito.pt/portal/exercito/ ... ectiva.pdf


tayun
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Mensaje por tayun »

Con la nueva reestructuración de sus Fuerzas Armadas, Portugal ciertamente está preparando un ejército a su medida y muy equilibrado, en el que destaca de forma clara la alta profesionalidad de sus componentes. Desde luego cuentan con tradición y experiencia, y hoy por hoy, no creo que de forma general necesiten más de lo que tienen. Mi absoluta admiración hacia ellos.


Flecha de España
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Mensaje por Flecha de España »

¿Alguien me podría decir de cuántos militares dispone el Ejército portugués en la actualidad? :?


tayun
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Mensaje por tayun »

Unas fuerzas Armadas de poco menos de 50.000 hombres.


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