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Fuerzas Armadas de Brasil
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| Autor |
Mensaje |
2demaio Coronel

Registrado: 31 Mar 2008 Mensajes: 2609

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Publicado: Mar Dic 16, 2008 7:36 pm Asunto: |
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Hola,
La verdadera historia del Osório, que era el mejor de varios proyectos, locales como el Charrua y el Tamoio.
Buscando esclarecer os pontos controversos e contar sua verdadeira história, contatou-se o Eng°. Odilon Lobo de Andrade que ocupou o cargo de Diretor Técnico na ENGESA - Engenheiros Especializados S/A durante o desenvolvimento do Projeto EET1 - Osório, e se resume a seguir o conteúdo de uma conversa com ele.
Na década de 80, o Exército brasileiro reconhecia a obsolescência dos veteranos M-41 Walker Bulldog, tanque leve americano dos tempos da Guerra da Coréia (1950 - 1953), que constituíam a espinha dorsal da Arma Blindada Brasileira. Estes veículos, inclusive, já haviam sido repotencializados (novo motorScania, reforço de blindagem e canhão de 90mm.) pela empresa fabricante de cofres Bernardini. Com o know-how adquirido durante a reforma dos M-41, a Bernardini propôs ao Exército brasileiro a construção de um novo veículo blindado, que veio a se chamar “Tamoio”, com a construção de alguns protótipos. O Exército Brasileiro determinou que houvesse uma concorrência para a construção deste novo veículo e a ENGESA foi chamada.
De posse das especificações do projeto, a ENGESA concluiu que para este novo veículo ser economicamente viável deveria atender, também, às especificações dos exércitos de outros Países. Nasceu aí o Projeto Osório.
Para tornar viável um veículo MBT (“Main Battle Tank” – Carro de Combate Principal) a ENGESA primeiramente tentou, em 1983,
associações com empresas tradicionais fabricantes de material bélico, como a GIAT (Francesa), Vickers (Inglesa), Krauss-Maffei/Reinmetal (Alemã). Esta tentativa deveu-se à falta de know-how da ENGESA na fabricação de veículos deste porte, pois até então sua experiência era em veículos mais simples como o Cascavel e o Urutu, que alcançaram grande sucesso de vendas na América do Sul, como Chile e Colômbia e em Países Árabes, como Líbia e Iraque.
A ENGESA contornou este problema recorrendo diretamente aos fornecedores das partes dos veículos fabricados pelas empresas tradicionais, adquirindo, desta maneira, a tecnologia de ponta necessária para a execução do Projeto Osório.
Aqui é importante salientar a cronologia dos fatos: o Osório começou a ser concebido na década de 80 e com isso se beneficiou de aproximadamente 10 anos de desenvolvimento tecnológico sobre os seus concorrentes (M-1 Abrams, Challenger, AMX-32 / 40, etc.), incorporando no seu projeto tecnologia embarcada e sendo desenhado totalmente em CADCAM, até então uma novidade em termos de tecnologia no Brasil.
Terminada a fase de concepção, construíram-se os primeiros protótipos, para iniciarem os testes. O projeto previa duas versões distintas: uma para atender às especificações do Exército Brasileiro e outra para exportação, já com vista a polpudos contratos em petrodólares.
Ambas as versões seriam similares em termos de chassis: motor MWM TD8 834, transmissão ZF LSG 3000, suspensão hidropneumática Dunlop, esteiras Diehl 234 e blindagem composta (que, no caso da versão brasileira, deveria ser mais simples, para reduzir o peso, para poder atravessar as pontes do nosso país).
Porém, a arma principal e os sistemas de controle de tiro seriam bem diferentes. A versão brasileira seria equipada com um canhão baseado no consagrado L-7 inglês, de 105 mm, que utilizava tecnologia belga para controle de tiro. Para combates noturnos utilizar-se-ia um sistema simples, através de amplificação de luminosidade.
Já a versão destinada aos mercados internacionais era constituída de um
canhão de 120 mm da GIAT francesa, dotado de um sistema estabilizador
de tiro capaz de acertar alvos em movimento e a distâncias superiores à dos adversários. Para combates noturnos, o Osório contava com um sistema de visão por intensificação de calor. Em termos de blindagem, esta versão era capaz de resistir comprovadamente a tiros com munição perfurante APDFS de 105 mm e já estava em desenvolvimento uma blindagem para suportar disparos do mesmo tipo, porém de armas de 120mm. Ainda, a versão exportação possuía detetor laser defensivo, proteção contra armar nucleares, bacteriológicas e químicas, “APU” (Auxiliary Power Unit - Unidade de Força Auxiliar) e ar condicionado.
O protótipo destinado ao Exército brasileiro foi aprovado em todos os testes realizados, coisa que o “Tamoio”, que foi a razão do início do Projeto do Osório, não conseguiu.
O protótipo destinado a exportação teve seu batismo em testes realizados na Arábia Saudita no verão de 1985, tempo recorde para o desenvolvimento de uma veículo MBT, levando-se em conta que o início do projeto foi no ano de 1983.
Os testes foram feitos comparativamente com o veículo inglês Challenger MkI, tendo o Osório superado o veículo inglês em todos os testes, com larga margem de vantagem. Embora os resultados tenham impressionado os analistas e as autoridades sauditas, bem como despertado a atenção do mercado mundial para o Osório, nenhum pedido de compra foi feito naquele ano.
Em 1987, dois anos após os primeiros testes, a Arábia Saudita promoveu nova concorrência internacional visando a substituição de seus carros de combate M-60 americanos e AMX-30 franceses. A concorrência previa a compra de 620 carros de combate. Nesta ocasião concorreram com o Osório o M-1 Abrams dos EUA, o AMX-40 da França (que era uma versão modernizada do AMX-30, já com arma de 120mm, idêntica à do Osório), e novamente o Challenger.
Todos os concorrentes levaram para testes 2 veículos cada, mas a ENGESA levou apenas um exemplar do Osório, devido às dificuldades financeiras pelas quais a empresa já passava. Tal atitude demonstrava assim a confiabilidade no desempenho do veículo.
Tanto o Osório como o M-1 Abrams foram aprovados nos testes realizados, superando de longe o AMX-40 e o Challenger. Porém,nos testes de tiro e autonomia, o Osório superou o rival norte-americano em muito. Nos testes de tiro realizados, o Osório foi o único a atingir um alvo estacionado a 4.000 m.
Também foi realizado um teste com alvos móveis a distâncias de 1.500, 2.000 e 2.500 m, com um total de 12 tiros, sendo 6 realizados pela tripulação do pais de origem e 6 por uma tripulação do Exército Saudita.
Dos 12 alvos propostos, o Osório acertou 8, o M-1 Abrams acertou 5 e o AMX-40 e o Challenger apenas 1.
No teste de autonomia, o Osório percorreu uma distância em linha reta de 400 km, deixando para trás seus concorrentes.
No ano seguinte, Abu Dhabi, um dos Emirados Árabes Unidos, convidou a ENGESA para participar de uma concorrência juntamente com o blindado italiano OFV 40, fabricado pela empresa Oto-Melara que detém a licença de fabricação do consagrados veículos alemães Leopard I para o Exército Italiano, e, novamente, o AMX-40 francês. Os resultados mais uma vez confirmaram a superioridade do Osório em relação a seus concorrentes.
Nesta ocasião, ocorreu um fato curioso: o OFV-40, após seu motor se incendiar, ia ser abandonado no meio do deserto. Aí, a equipe brasileira, que já havia participado de demonstrações no mundo todo, desde o gélido Canadá às imensidões chinesas, resolveu dar uma “mãozinha” aos já desanimados italianos; engataram um cambão, puxaram-no para fora da duna em que estava atolado e trouxeram o veículo de volta ao aquartelamento árabe.
Apesar do sucesso em ambas as concorrências internacionais, nenhum pedido de fabricação foi feito.
Pressões exercidas pelo governo americano junto à Arábia Saudita, alegando que o Brasil era um país que não respeitava seus acordos internacionais e que comercializava normalmente com países considerados inimigos da Monarquia Saudita, como o Iraque e a Líbia, fizeram com que a tão esperada encomenda jamais fosse feita, dificultando ainda mais a situação financeira da ENGESA que havia investido 18 milhões de dólares no Projeto Osório. O fato do Exército Brasileiro não possuir na época nenhum blindado Osório, pela falta de recursos para a sua aquisição, influiu grandemente para que outros países não se interessassem pelo projeto. Tentou-se contornar tal fato com a ida do então Ministro do Exército, Gel. Leônidas Pires Gonçalves, à Arábia Saudita para tentar acelerar a assinatura do tão esperado e desejado contrato de fornecimento. Este empenho pessoal deveu-se a um acordo entre a ENGESA e o Exército Brasileiro de que a cada 10 veículos fornecidos internacionalmente, 1 seria destinado ao Exército brasileiro.
A falta de pedidos para o blindado Osório e o alto investimento para o desenvolvimento do projeto levaram a ENGESA a pedir concordata em março de 1990, embora as negociações com a Arábia Saudita ainda continuassem. Com a invasão do Kuwait pelo Iraque, em junho de 1990, as negociações foram interrompidas definitivamente, provocando o encerramento das atividades da ENGESA.
Deve-se ressaltar que apesar do último protótipo do Osório ter sofrido suas derradeiras modificações em 1990, até hoje ele é considerado um veículo de combate moderno e à altura de seus concorrentes diretos, podendo o projeto ser reativado a qualquer momento, pois sua tecnologia foi vendida para a IMBEL pela quantia simbólica de R$ 1,00. Dos protótipos construídos, dois atualmente se encontram no Arsenal de Guerra localizado na Cidade de Barueri - São Paulo, sendo um da versão brasileira e outro da versão para exportação.
Saludos. |
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Brasil Comandante


Registrado: 06 Feb 2007 Mensajes: 1195 Ubicación: BRIC

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Publicado: Mar Dic 16, 2008 7:40 pm Asunto: |
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| Iris escribió: |
El Tanque EE-T1 "Osório"
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El Osorio considerado por muchos el mejor tanque del mundo de la epoca.
Gran tanque!
Saludos _________________ AD ASTRA PER ASPERA |
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Iris General de Ejército


Registrado: 21 Nov 2006 Mensajes: 19323 Ubicación: España

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Publicado: Mar Dic 16, 2008 7:45 pm Asunto: |
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Sí , una lástima que el proyecto fracasase y se cerrase la fábrica que quedó quebrada. Una verdadera pena. Saludos. _________________
      Santiago y cierra España.  |
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Andrés Eduardo González General de Brigada


Registrado: 05 Jul 2007 Mensajes: 7046 Ubicación: Bogotá (Colombia)

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Publicado: Mie Dic 17, 2008 4:29 am Asunto: |
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¿Y a los brasileños no se les ha ocurrido la idea de "revivir" el Osorio mediante el mismo sistema que quieren aplicar con el C-390?, es decir, ¿mediante aportes $$$ de varios países de la región que se beneficiarían del MBT?... Por lo menos nosotros estamos urgentemente necesitados de uno..... _________________
  "El Barro se endurece con el fuego, el oro se ablanda" (Proverbio Chino)
"El Bien puede resistir derrotas; el mal, no" (Rabindranath Tagore)
"Los tiranos no pueden acercarse a los muros invencibles de Colombia sin expiar con su impura sangre la audacia de sus delirios" (Simón Bolívar)
"El Brazo que combate, sólo lo anima la verdad..."
"La mediocridad puede hablar, pero sólo al genio le es dado observar" (Benjamin Disraeli)
"No discutir con el primero que salga al paso; solo con quienes discuten con razones y no con demostraciones de fuerza" (Aristóteles)
Para Chávez de Abraham Lincoln: "Puedes engañar a todo el mundo algun tiempo, puedes engañar a algunos todo el tiempo, pero no puedes engañar a todo el mundo todo el tiempo"
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KF86 Capitán de Navío


Registrado: 14 Jul 2004 Mensajes: 3187 Ubicación: Aqui, alla, acuya.

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Publicado: Mie Dic 17, 2008 6:37 am Asunto: |
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| Brasil escribió: |
El Osorio considerado por muchos el mejor tanque del mundo de la epoca.
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Brasil, no se puede decir que el Osorio fue el mejor tanque del mundo cuando nisiquiera entro en produccion. Dificilmente, un pais logre en un solo intento de crear un MBT, uno superior a un Leopard 2, M-1, etc.
Por otro lado, el Osorio era en casi su totalidad, un conjunto de partes importadas. _________________
     Quien por hierro mata...por hierro muere. |
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GIL Suboficial

Registrado: 02 Dic 2007 Mensajes: 347

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Publicado: Mie Dic 17, 2008 9:39 am Asunto: |
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Pero por entonces fue elegido el mejor blindado de los que participaron en la concorrencia en Arabia Saudi en la parte tecnica.
O sea como minimo era mejor que los demas.
Pero ya se sabe que en una compra asi entran otros fatores aparte del tecnico.
Gano pero no llevo.
Y si yo me pregunto lo mismo, porque ahora mismo ya que el peor ya esta hecho y se podria usar el viejo Osorio como base para una nueva version no lo utilizan.
Bajo mi opinion el Osorio fue el proyecto militar mas serio que hemos tenido por el barrio. |
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Mauricio Mariscal de Campo


Registrado: 21 Feb 2003 Mensajes: 21115 Ubicación: En el corral

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Publicado: Mie Dic 17, 2008 12:40 pm Asunto: |
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| GIL escribió: |
Pero por entonces fue elegido el mejor blindado de los que participaron en la concorrencia en Arabia Saudi en la parte tecnica.
O sea como minimo era mejor que los demas.
Pero ya se sabe que en una compra asi entran otros fatores aparte del tecnico.
Gano pero no llevo.
Y si yo me pregunto lo mismo, porque ahora mismo ya que el peor ya esta hecho y se podria usar el viejo Osorio como base para una nueva version no lo utilizan.
Bajo mi opinion el Osorio fue el proyecto militar mas serio que hemos tenido por el barrio. |
Vamos a dejarlo en que era uno con mucho potencial. Si quedó en prototipo, por definición no era muy serio. _________________
                
Imperialista entregado a las Fuerzas Capitalistas del Mal |
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Brasil Comandante


Registrado: 06 Feb 2007 Mensajes: 1195 Ubicación: BRIC

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Publicado: Mie Dic 17, 2008 6:14 pm Asunto: |
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| Andrés Eduardo González escribió: |
¿Y a los brasileños no se les ha ocurrido la idea de "revivir" el Osorio mediante el mismo sistema que quieren aplicar con el C-390?, es decir, ¿mediante aportes $$$ de varios países de la región que se beneficiarían del MBT?... Por lo menos nosotros estamos urgentemente necesitados de uno..... |
Hay muchas especulaciones sobre la retomada del proyecto Osorio. Pero solo es possible por inginiaria reversa, pues los proyectos se perdieron con el tiempo, y la quebra de la engesa.
Un video del Osorio:
http://www.youtube.com/watch?v=hFUuQy1yBD0
saludos _________________ AD ASTRA PER ASPERA |
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Iris General de Ejército


Registrado: 21 Nov 2006 Mensajes: 19323 Ubicación: España

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Publicado: Mie Dic 17, 2008 6:16 pm Asunto: |
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Y que los materiales que se empleaban para su construcción y otras cositas venían todas del extranjero, etc.,... _________________
      Santiago y cierra España.  |
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Brasil Comandante


Registrado: 06 Feb 2007 Mensajes: 1195 Ubicación: BRIC

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Publicado: Mie Dic 17, 2008 6:31 pm Asunto: |
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Algo sobre el sistema ASTROS II
"Já conhecedor da eficácia do sistema os americanos estabeleceram como requisito número um antes de iniciar a Operação Tempestade no Deserto (Desert Storm), de que todos os Sistemas ASTROS II iraquianos fossem localizados e neutralizados. Palavras do Relatório:"However, US rocket systems were out-ranged by the Iraqi ASTROS II multiple rocket launcher( 60 km ). Accurate targeting of Iraqi positions by ground and air units overcame this advantage."
Los ASTROS II de Malasia haciendo lanzamientos:
http://www.youtube.com/watch?v=xsOsO_upKxw
Avibrás fecha contrato de exportação de R$ 500 mi
A Avibrás Aeroespacial, maior grupo produtor de equipamentos militares do País e que atravessa um período sob recuperação judicial solicitada, obteve ontem as garantias do governo federal para concluir a exportação de R$ 500 milhões em foguetes, veículos lançadores e unidades de apoio para um cliente da Ásia.
O negócio foi concluído há 13 meses, mas emperrou na burocracia do governo, que procurava a base legal adequada para a operação e assim, mantinha a venda paralisada. Enquanto aguardava a liberação da caução oficial, a Avibrás investiu na encomenda - e em julho chegou a um impasse: solicitar a recuperação - instituto jurídico que substituiu a concordata - ou sair do mercado.
"Como a segunda hipótese é inaceitável, decidimos seguir lutando", afirma o presidente Sami Hassuani que, admite, passou quase dois meses "praticamente morando em Brasília”. Ontem, a procuradoria do Ministério da Fazenda conciliou o processo. Hoje o Banco do Brasil entrega à organização financeira do país cliente o conjunto de garantias - incluindo as securitárias.
"Por conta do fuso horário favorável, o comprador encontrará os documentos na instituição de crédito logo pela manhã", diz Hassuani.O lote é grande. Abrange um regimento completo do sistema Astros-II da última geração e os veículos de comando e de comunicações, além de enorme quantidade de foguetes - entre eles o novo SS-80 com alcance acima de 100 km e ogiva carregada de granadas que são dispersadas, como uma chuva de aço quente, sobre o alvo.
João Brasil Carvalho Leite, o controlador do grupo Avibrás, pretende que o primeiro embarque seja feito até dezembro. Outros três carregamentos serão feitos entre março de 2009 e janeiro de 2010.
Saludos _________________ AD ASTRA PER ASPERA
Ultima edición por Brasil el Mie Dic 17, 2008 11:48 pm, editado 1 vez |
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2demaio Coronel

Registrado: 31 Mar 2008 Mensajes: 2609

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Publicado: Mie Dic 17, 2008 7:23 pm Asunto: |
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Hola,
? Porque sera que Malasia no se intereso por la version "MATADOR" de 300 Km y guiado por GPS ?
Saludos. |
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2demaio Coronel

Registrado: 31 Mar 2008 Mensajes: 2609

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Publicado: Mie Dic 17, 2008 7:51 pm Asunto: |
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Hola,
Cita Iris
| Código: |
| Y que los materiales que se empleaban para su construcción y otras cositas venían todas del extranjero, etc.,... |
No todos Iris, con estos materiales parte nacionales y parte importados, se consiguió un exelente carro en aquella epoca.
Para que veas, la globalización ya llegava a Brasil en aquellos tiempos.
Saludos. |
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Rotax Capitán de Corbeta


Registrado: 10 May 2006 Mensajes: 1461 Ubicación: Bilbao

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Publicado: Mie Dic 17, 2008 10:14 pm Asunto: |
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| Iris escribió: |
| Y que los materiales que se empleaban para su construcción y otras cositas venían todas del extranjero, etc.,... |
Lo cual, Iris, tampoco es que sea intrínsecamente malo (no des tanta caña, que nos los vas a espantar...). Otra cosa es que sea "O Melhor do Universo...". Como dice Mauricio, una cosa es ser el mejor sobre el papel, otra diferente ser un buen prototipo, y una MUY DISTINTA ser el mejor durante la fabricación en serie, vida operativa y tener un digno ocaso. A nuestros colegas "alem" les invito a visitar el hilo de nuestro CETME. Era "O melhor"... Hasta que se firmó el contrato...
Saludos _________________
  Nosotros somos los países auténticos, no las fronteras trazadas en los mapas con los nombres de hombres poderosos.
Katharine Clifton en "El paciente Inglés" |
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Iris General de Ejército


Registrado: 21 Nov 2006 Mensajes: 19323 Ubicación: España

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Publicado: Jue Dic 18, 2008 9:15 am Asunto: |
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.- No he dicho que sea malo, como en casi todas (o prácticamente ya, todas las producciones de armas), partes se construyen en el pais fabricante y otras varias partes se importan de otros que las dominan de tiempo atrás. Eso es claro, pero precisamente a eso me refería a que ya no puede ser, por que en su día "no fué", bien por no contar con suficientes apoyos, o por lo que sea, el caso es el que es que el Osorio, no vió la luz de su producción en serie (sólo prototipos), no se consiguió vender a ninguna fuerza armada de ningún lugar, la fábrica quebró , tuvo que cerrar y desapareció el proyecto. Luego como tú bien dices Rotax, y también otros foristas, pues no sería, por ello el mejor MBT del mundo ni mucho menos, o no hubiese fracasado dicho proyecto, como sin embargo sucedio. Sin más y sin menos. Saludos. _________________
      Santiago y cierra España.  |
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el ultimo de baler Capitán de Corbeta


Registrado: 19 Jun 2007 Mensajes: 1395 Ubicación: Bajo la quilla del Stma Trinidad esperando al Odysey

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Publicado: Jue Dic 18, 2008 9:44 am Asunto: |
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Sabes perfectamente Iris que las cosas no son tan simples, que influyen más factores en las decisiones de compra de los paises que la mera cuestion técnica y ejemplos hay a patadas.
El Osorio no sería la mejor blindado del mundo, pero la prueba de que no lo fuese no es que no lograsen venderlo. _________________
En el nombre de Dios todopoderoso, Padre, Hijo y Espíritu Santo autor y supremo legislador de la sociedad...
"¡Por España, y el que quiera defenderla, honrado muera; y el que, traidor, la abandone, no tenga quien le perdone, ni en Tierra Santa cobijo, ni una cruz en sus despojos, ni las manos de un buen hijo para cerrarle los ojos!." |
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