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El portaviones de Brasil A-12 São Paulo
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reytuerto
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MensajePublicado: Lun Oct 20, 2008 12:33 am    Asunto: Responder citando

Estimado Atlanta:

""Gran Elefante Blanco" = NAe São Paulo.

No creo que sea el mejor apelativo. Un elefante blanco es algo inutil, pero el CV brasileño es un sumidero de divisas que resta capacidad a la flota en general y ofrece un vector ofensivo incapaz de ofender realmente a una flota mejor balanceada, digamos la ACh.

Considero que el overhaul que se le hace le devolverá operatividad, pero esta, en el mejor de los casos, devolverá al buque a lo que era en los años 80s, la plataforma tiene sus limitaciones y no puede excederse de estos constreñidos límites. Posiblemente instalen mejores sistemas de gestión de combate, pero considero que la AB no se embarcará en un reemplazo substancial de los sensores del buque.

Entonces, vale la pena la adquisición del TurboTracker? Sinceramente no se. Ofrece un horizonte más alto que un SeaKing para un Searchwater, pero realmente cómo beneficiará a la flota esta nueva capacidad, si no se dispone de un defensa de antiaerea de área y sobre todo, si los A-4 ex-kuwaities no son interceptores. Alguna vez escribí que la mejor alternativa para el Sao Paulo era quitarle las catapultas y ponerle un ski-jump, porque estén como estén los FRS2, estarán mejor que los Skyhawk actuales o futuros (que en el mejor de los casos, estaran como los A-4AR). Saludos cordiales.

PS: Sí, también probé el cucurucho... pero la velita es mejor: no tienes que estar pendiente y aporvechas el tiempo conversando de la inmortalidad del cangrejo, especialmente si hay patas de cangrejo por ahí.
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Mauricio
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MensajePublicado: Lun Oct 20, 2008 11:27 am    Asunto: Responder citando

Los Turbo Tracker no ofrecen capacidades, por si solos, que cambien el valor real del CV y su Strike Group, excepto que van a tener unos minutos adicionales de aviso para preparar los chalecos y botes salvavidas.

Mucho pero mucho más útil hubieran sido algunos CIWS, o un SAM creíble.
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urquhart
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MensajePublicado: Lun Oct 20, 2008 6:52 pm    Asunto: Responder citando

Hola a todos:

comentais acerca de si los británicos venderían o no algún día alguna CV de esos que tienen.

Pues seguramente el Gobierno del Brasil podría pedir precio por el HMS Invencible, que se encuentra en reserva en Portsmouth... En cuanto a los Sea Harrier FA2, fueron retirados de la Fleet Air Arm en 2006, cuando pasaron de eso de la Joint Force Harrier a la Naval Strike Wing (ex 800 y 801 NAS); siendo el último completado en fábrica ex novo en 1998.

Con todos los respetos, el HMAS Melbourne, dado de baja en 1982, tendría a día de hoy más capacidad que el NAe Sao PAulo...

Cita:
Aircraft Originally

8 Sea Venom fighters
16 Gannet anti-submarine aircraft
up to 2 Bristol Sycamore helicopters.

Later

8 A4G Skyhawk fighter bombers
6 Grumman S2E/G Trackers
Westland Wessex anti-submarine helicopters
Sea King anti-submarine helicopters.




A-4G, despegando desde el HMAS Melbourne, circa Sri Lanka, 1980



2 A-4G sobrevuelan el HMAS Melbourne, 1971

El A-4G, es la australización del A-4F, sin la jiba, y con capacidad para 4 AIM-9B. Claro que han pasado 26 años desde que los aussies dieron de baja al venerable A-4 cool

Saludos.
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Iris
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MensajePublicado: Lun Oct 20, 2008 9:08 pm    Asunto: Responder citando

Es que lo del A-12 Sao Paulo, para Brasil, siempre a sido un "quiero y no puedo", además carísimo ya que les lastra otras posibles inversiones, en equipos o sistemas que les sean más útiles, ya que el Sao Paulo, no sirve ni apenas para un desfile, pues se le ve lo desfasado que es. Saludos.
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Brasil
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MensajePublicado: Lun Nov 10, 2008 5:49 pm    Asunto: Responder citando

Embraer vai modernizar os AF-1 Skyhawk



MARINHA DO BRASIL

DIRETORIA DE COMUNICAÇÕES E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA MARINHA

BOLETIM DE ORDENS E NOTÍCIAS

Nº 821 DE 10 DE NOVEMBRO DE 2008



BONO ESPECIAL

GERAL



COMANDO-EM-CHEFE DA ESQUADRA



NITERÓI, RJ.



Em 10 de novembro de 2008.



ORDEM DO DIA Nº 1/2008



Assunto: Aniversário da Esquadra




Em 10 de novembro de 1822, há exatos 186 anos, o pavilhão nacional era içado pela primeira vez em um navio de guerra brasileiro. Nascia a Esquadra, para combater as forças navais portuguesas que se opunham à nossa independência.

O núcleo do Poder Naval brasileiro teve origem a bordo da Nau Martim de Souza, depois rebatizada Nau Dom Pedro I, nosso primeiro Capitânia, sendo sua formação marcada por grandes desafios de ordem material e pessoal.

Graças à determinação e à criatividade de seus primeiros integrantes, a Esquadra firmou-se como força combatente, atuando de forma decisiva na consolidação da Independência e na manutenção da integridade do território nacional.

Com coragem e espírito de sacrifício, as gerações de marinheiros que compuseram nossas forças navais no passado tiveram papel decisivo nas campanhas do Império e, no século XX, nas duas Guerras Mundiais, nos legando uma Esquadra invicta e moldando o caráter daqueles que servem à Pátria no mar.

É esse passado de glória que nos incentiva a superar os desafios do presente e, sem dar qualquer espaço ao desânimo, perseguir a prontificação e a manutenção do aprestamento dos meios navais, com vistas ao cumprimento das tarefas que nos são atribuídas.

Nesse sentido, é relevante registrar a elevada prioridade com que a Alta Administração Naval tem procurado atender nossas demandas de material e pessoal, bem como destacar as principais realizações da Esquadra ao longo do último ano.

No campo material, a construção do novo prédio do Comando da Força de Superfície e Esquadrões subordinados vai evoluindo conforme programada, com previsão de conclusão em maio de 2009; a recuperação dos cais e piers do Complexo Naval de Mocanguê foi concluída; e a ampliação da pista de pouso da Base Aérea Naval de São Pedro D’Aldeia tem término programado para março do próximo ano.

Visando à modernização das aeronaves AF-1, o Almirantado autorizou a contratação da EMBRAER, a ser formalizada no próximo mês, e que deverá realizá-la no espaço temporal de cinco anos. Em paralelo, a Israel Aircrafts Industries (IAI) vem revisando os motores JP-52 das referidas aeronaves.


Por fim, como ponto alto do material, a incorporação do NDCC Garcia D’Ávila aumentou significativamente nossa capacidade anfíbia e, em decorrência, de projetar poder sobre terra.

Mantendo a tendência positiva dos dois anos anteriores, a Esquadra deve chegar ao fim de 2008 com seus navios totalizando mais de 1950 dias de mar. Esta expressiva marca, além de ser motivo de satisfação para todos nós marinheiros, denota a constante prioridade atribuída a nossos meios operativos.

Entretanto, a verdadeira dimensão da atividade operativa da Esquadra vai além dos números aqui apontados. Ao longo desses quase dois mil dias de mar, nossos navios de superfície, submarinos e aeronaves operaram com mais de vinte e duas marinhas amigas, incluindo parceiras já tradicionais, como as da Argentina e dos Estados Unidos da América, e outras mais recentes, como as da África do Sul e Índia.

O Navio-Escola Brasil regressará ao Rio de Janeiro em dezembro próximo, após ter levado nossa Bandeira ao redor do mundo, em mais uma viagem de circunavegação.

As participações da Fragata Greenhalgh nos exercícios COMPTUEX e JTFEX, com a Marinha dos EUA, e da Fragata Liberal na SWORDFISH, com marinhas da OTAN, e na PANAMAX, na região do Canal, possibilitaram a operação de novos sistemas de comando e controle, o acesso a importantes procedimentos operacionais e, em especial, atestaram a nossa capacidade de operar e prestar o apoio logístico, simultaneamente, a dois de nossos escoltas, afastados por mais de quatro meses do porto sede.

A realização do segundo DEPLOYMENT-SUB, pelo Submarino Timbira, validou os conhecimentos obtidos na primeira operação e consolidou a presença de um meio da MB nesse tipo de exercício, o que trará, para as operações futuras, níveis crescentes de integração e de troca de experiências.

Em setembro último, nossos meios participaram da Operação Combinada Atlântico, conduzida no Litoral Sudeste e na área dos campos petrolíferos da Bacia de Campos, região de elevado valor estratégico. Nesse exercício de grande vulto, do qual participaram mais de dez mil homens e mulheres das três Forças singulares, foi possível aprimorar a interoperabilidade entre estas, aperfeiçoar a doutrina de operações combinadas e interagir, de forma mais direta, com órgãos civis e instituições acadêmicas de alto nível.

Tais marcas, em especial o incremento das operações, nos têm permitido intensificar os adestramentos, mostrar a Bandeira nos portos visitados e, acima de tudo, ampliar a presença e a vigilância sobre nossa Amazônia Azul. Por outro lado, vamos revigorando o entusiasmo característico dos marinheiros e renovando as esperanças de uma melhor prontidão operacional.

Hoje, releva enfatizar que a eficácia da Esquadra depende, cada vez mais, da perfeita sinergia de seus integrantes, militares e servidores civis, homens e mulheres que guarnecem as Organizações subordinadas.

Assim, com grande satisfação, destaco o desempenho dos Comandos de Força, das Divisões e dos Esquadrões pela maneira profissional como têm racionalizado o preparo e o emprego dos meios, bem como registro a dedicação de nossas bases, centros de instrução, de adestramento, de apoio e de manutenção, todos de fundamental importância para que nossos navios, submarinos e aeronaves sejam bem guarnecidos e manutenidos.

Nesse momento, com alegria, não poderia deixar de agradecer aos insignes Chefes Navais que nos antecederam, nossos ex-Comandantes-em-Chefe, não apenas por suas honrosas presenças, mas, principalmente, pelos exemplos e ensinamentos que nos legaram, além do precioso patrimônio do qual nos orgulhamos e, diuturnamente, buscamos manter e desenvolver.

Também, não poderia deixar de registrar as presenças dos membros do Almirantado e dos demais Almirantes, bem como agradecer ao Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra JULIO SOARES DE MOURA NETO, que muito honra a Esquadra, e a todos os seus integrantes, ao presidir esta Cerimônia.

Meus comandados! Identificamos no horizonte um futuro promissor! Unidos pelos mesmos ideais de amor à Marinha do Brasil, navegando em rumos seguros, seguiremos firmes e perseverantes na busca por melhores níveis de aprestamento. Ao comemorarmos os 186 anos de criação da nossa Esquadra, manifestamos o imenso orgulho em integrar a parcela mais relevante do Poder Naval brasileiro, instrumento de nossa soberania no mar!




FERNANDO EDUARDO STUDART WIEMER
Vice-Almirante
Comandante-em-Chefe

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Iris
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MensajePublicado: Lun Nov 10, 2008 6:05 pm    Asunto: Responder citando

Pueden hacer con ellos lo que quieran, seguirán siendo aviones antigüos en un buque "viejo y obsoleto", que además carece de escoltas eficaces creibles. Saludos.
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MensajePublicado: Lun Nov 10, 2008 9:42 pm    Asunto: Responder citando

Iris escribió:
Pueden hacer con ellos lo que quieran, seguirán siendo aviones antigüos en un buque "viejo y obsoleto", que además carece de escoltas eficaces creibles. Saludos.


Escoltas en breve Laughing

Aviones antiguos? Si sus prestaciones foren bien cumplidas, no hay lo que reclamar.


Cuanto tiempo tienen los harier? y cumplen sus prestaciones muy bien.




Saludos
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Iris
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MensajePublicado: Lun Nov 10, 2008 11:59 pm    Asunto: Responder citando

Brasil escribió:
Iris escribió:
Pueden hacer con ellos lo que quieran, seguirán siendo aviones antigüos en un buque "viejo y obsoleto", que además carece de escoltas eficaces creibles. Saludos.


Escoltas en breve Laughing

Aviones antiguos? Si sus prestaciones foren bien cumplidas, no hay lo que reclamar.


Cuanto tiempo tienen los harier? y cumplen sus prestaciones muy bien.




Saludos


.- Los Harier, como tú dices (Harrier), son ahora AV-8B+, nada que ver con los antigüos, pero nada. No se pueden comparar. ¿Y escoltas, ya me dirás?. Saludos.









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Brasil
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MensajePublicado: Mar Nov 11, 2008 12:51 am    Asunto: Responder citando

Que oportunidad de mostrar sus harrier no?

Aviones, algunos de ellos de los 80 upgradeados. Antiguos Sí. Viejos. Mas conuna otima modernizaccion, lo que los deja al nivel de los aviones actuales.

Así como los A-4. Viejos. Pero con una modernizaccion, nadie inpide de ser un avion muy bueno.

Como los F-5BR, que surpreenderon en CRUZEX y RED FLAG. Y que sorpresa. En cuzex, los missiles BVR solo tenian 7 dias en la FAB. Y hicieron lo que hicieron. En la Red flag! que participacion!...



Saludos
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MensajePublicado: Mar Nov 11, 2008 1:28 am    Asunto: Responder citando

Brasil escribió:
Que oportunidad de mostrar sus harrier no?

Aviones, algunos de ellos de los 80 upgradeados. Antiguos Sí. Viejos. Mas conuna otima modernizaccion, lo que los deja al nivel de los aviones actuales.

Así como los A-4. Viejos. Pero con una modernizaccion, nadie inpide de ser un avion muy bueno.

Como los F-5BR, que surpreenderon en CRUZEX y RED FLAG. Y que sorpresa. En cuzex, los missiles BVR solo tenian 7 dias en la FAB. Y hicieron lo que hicieron. En la Red flag! que participacion!...



Saludos


Brasil, primero modernizen los A-4 y despues comparamos con los AV-8B de la Marina Española.

Sobre los F-5BR, sin duda que tubieron una exelente participacion derribando F-15, F-16 y con mas de 900 hs de practica en el medio, pero decir que los BVR estaban ahce 7 dias es un disparate, puesto que los misiles no se usan, se usan Pods que emulan capacidades "similares" a la de los misiles reales
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Ultima edición por KF86 el Mar Nov 11, 2008 1:49 am, editado 1 vez
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reytuerto
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MensajePublicado: Mar Nov 11, 2008 1:38 am    Asunto: Responder citando

Estimado Brasil:

Y a tu criterio, ¿cómo debería ser la "... modernizaccion, nadie inpide de ser un avion muy bueno"? Saludos cordiales.
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Mauricio
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MensajePublicado: Mar Nov 11, 2008 12:00 pm    Asunto: Responder citando

Brasil escribió:
Iris escribió:
Pueden hacer con ellos lo que quieran, seguirán siendo aviones antigüos en un buque "viejo y obsoleto", que además carece de escoltas eficaces creibles. Saludos.


Escoltas en breve Laughing


Falso, inclusive si se compraran HOY escoltas usadas ex-OTAN tardarían cuatro años en estar operativas e integradas dentro del CSG.

Pero la OTAN no tiene saldos de nada de vanguardia en materia AAW, o sea... si se compraran HOY escoltas nuevas tardarían unos 8 años en estar operativas e integradas dentro del CSG.

Como sabemos, HOY no se va a firmar nada, ni se tiene planeado, presupuestado o nada parecido. Así que ya sabes, Niteroi hasta el 2020.

Cita:
Aviones antiguos? Si sus prestaciones foren bien cumplidas, no hay lo que reclamar.


A ver si dejas de excitarte tanto, que la nota que cuelgas solamente deja en claro que los motores van a ser remozados y que EMBRAER va a hacer algo, así sin determinar, por las células. Podría ser un simple overhaul para ponerlos a volar dado el penoso estado de operatividad de los Falcoes.

Cita:
Cuanto tiempo tienen los harier? y cumplen sus prestaciones muy bien.


Cuando los Skyhawks tengan AN/APG-65 con AMRAAM y habilidad de entregar toda clase imaginable de armas guiadas sobre un blanco nos ponemos a comparar. De momento... fuego de cañón, Sidewinder Pleistocénico y bombas de hierro a lo B-17.
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MensajePublicado: Mar Nov 11, 2008 12:59 pm    Asunto: Responder citando

Cita:
Aviones, algunos de ellos de los 80 upgradeados


De finales de los 80.Es decir, de 10 años menos que los A-4KU de tu país que eran de los ultimos, vendidos a Kuwait, que los puso en venta ya a mediados de los 80,cuando nuestros AV-8B ni siquiera habian nacido.

Se da la circunstancia de que el USMC recibia sus AV-8B al mismo tiempo que nosotros compramos nuestro pequeño GAE de AV-8B para complementar a los AV-8S que ya se tenian.Estos últimos fueron reemplazados por AV-8B+ nuevos de fábrica y todos los AV-8B excepto 4 se refabricaron a la version AV-8B+....Igual que hizo la MMI,solo que esta la hizo con todos. El unico biplaza TAV-8B que opera la AE en leasing va aparte.

Cita:
Así como los A-4. Viejos


No.Son como minimo 10 años mas modernos que los A-4KU.Como mínimo....Y por supuesto salvo esos 4 que no se refabricaron a +, todos los demás fueron refabricados a esa version con todas las capacidades añadidas y la posibilidad de nuevas tácticas aeronavales.

El salto de AV-8S a AV-8B fue importante -Tanto como para el USMC el salto de AV-8A a AV-8B,claro-,entre otras razones por las mejoras en radios de combate y permanencias,ademas de una mayor carga de combate....El salto de AV-8B a AV-8B+ es cualitativo.No solo se incrementa la panoplia de armas sino que el radar APG-65 les permite emplear nuevas tácticas aeronavales,y una capacidad de defensa aerea de flota que aun modesta es razonable y de la que pocas marinas pueden disfrutar (Brasil no está entre ellos y UK,por poner un ejemplo de primerisimo mundo, se va a tirar cerca de 10 años sin estar entre ellos por haber dado de baja a sus excelentes FA.2).Esto es especialmente cierto con las F100 que ahora acompañarían al PdA,que ya no es el Whiskey o jefe de guerra antiaerea (Lo era por sensores y por capacidad C3I, porque en lo que respecta a SAM de zona la AE emplea buques con misiles de zona desde hace mas de 30 años), habiendo delegado en ellas por quedarle muy grande la capacidad de control aereo que da un SPY-1D.

A un GAE de 12 aviones embarcado en el PdA (Y por razones comprensibles en cuanto a soporte logistico suelen ser todos +) le es posible efectuar 36 salidas diarias en condicion Alpha, lo que podria suponer hasta 144 AIM-120,sumados a los SM-2,ESSM y SM-1 Block VIB de los escoltas. Eso sin incluir operatividad y adiestramientos respectivos -Y tampoco el PdA es la unidad mas operativa de la AE.


Los 4 AV-8B no refabricados a Plus han sido llevados a un estandar híbrido -De pobres Crying or Very sad -, sin APG-65,cambiando el motor ( por el Rolls Royce F402-408A),nueva aviónica (Ordenadores nuevos Mission Computer, Display Computer y Weapons Management Computer, nuevas pantallas multifuncion en color, HUD de campo visual ancho, instrumentacion compatible con NVG), mismo software OFP que los AV-8B+, nuevas radios, GPS, ala compatible con la del AV-8B + y con el mismo cableado, capacidad para usar el pod Litening II AT -Para usar toda la panoplia del + salvo el AIM-120 AMRAAM, entre ellas JDAM en version GBU-38 que ya se están recibiendo en la 9ª escuadrilla-, presentacion de cabina e instrumentacion igual a la de los Plus. Según DGAM esta modernizacion deberia estar lista a finales de 2009.


Saludos.
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urquhart
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MensajePublicado: Mar Nov 11, 2008 1:12 pm    Asunto: Responder citando

Hola a todos:

Mauricio, comenta:

Cita:
Cuando los Skyhawks tengan AN/APG-65 con AMRAAM y habilidad de entregar toda clase imaginable de armas guiadas sobre un blanco nos ponemos a comparar. De momento... fuego de cañón, Sidewinder Pleistocénico y bombas de hierro a lo B-17.


No quiero hacerme pesado con la comparación, pero aquí tenemos una foto de un A-4G de la RAN, con 4 misiles Sidewinder... entregado en 1971

http://www.a4skyhawk.org/6e/html/a4g-sidewinders-x4gry600_phil-thompson.htm

Así mismo, los A-4G de la RAN disponían en su panoplia de los misiles AS Bullpup (según fuentes), bombas "tontas" de 250 y 500 lbs, así como cohetes de 2.75" y 5"



A-4G de VF-805, listo para despegar. Porta un misil en la estación externa del ala de babor. De defencetalk.com

Y por último, me gustaría que observarais la nota de la siguiente fotografía:



Sí, en los 70's estaba equipado con A-4, SH-3 y S-2... parece que no hubieran pasado más de 30 años, si cambiamos HMAS Melbourne por NAe SAo PAulo.

Lo siento, pero el A-12 es un museo flotante, al igual que su UNAEMB.

Saludos.
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MensajePublicado: Mar Nov 11, 2008 7:17 pm    Asunto: Responder citando

Lo deprimente es que, por el costo del Sao Paulo, sus reparaciones y los A-4, se podría haber modernizado a las 4 fragatas tipo Broadsword a un nivel similar a las Niteroi, y pujado por cascos grandes de segunda mano como las Tipo 22.2 o las Tipo 23.

Tres tipo 22.2 no se cedieron a Chile o Rumanía; una Marinha con 6 Niteroi y 4 Broadsword MODFRAG (nuevos radares, misiles Aspide 2000 y Sea Wolf II, MM-40 block II y Super Lynx con Sea Skua), unidas a un par de Type 22.2 con Sea King/AM-39, y con las Inhauma en segunda línea, hubiera sido una flota formidable. En lugar de eso hay 6 fragatas modernizadas, 3 degradadas y obsoletas, y un portaaviones que ni puede ser protegido por las fragatas, ni puede proteger a las fragatas.


En cuanto a la comparación entre los AV-8B+ españoles y los A-4 brasileños modernizados, carece de sentido. Los Harrier Plus existen, como exiten sus AIM-9, AIM-120, GBUs y AGM-65. Los A-4 brasileños modernizados no existen hoy, y su armamento es similar al que llevaban esos mismos aviones en la Guerra de las Malvinas.

Creo que a día de hoy es indefendible la planificación de la Marinha. La flota de un país con menor relieve y una industria naval mucho más modesta como Chile se la merienda. Y lo del "válido para el contexto regional" me suena a consuelo de tontos. La ARA de 1982 también era válida para el contexto regional. El problema viene cuando el contexto extraregional te proporciona una dura bofetada de realidad.
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